Hoje me perguntaram se eu tinha claustrofobia, agorafobia, ou qualquer outro tipo de fobia ao social para gostar tanto de estar sozinha.
E meu primeiro pensamento foi: 'um elefante único incomoda muita gente'
Mas aí, fulano, devolveria a citação com : 'ah, mas dois elefantes incomodam muiiiito mais! hahaha!'
E eu respondi apenas:
'Bem, eu trabalho em grupo, eu vivo em dupla e interajo com o mundo todos os dias. Mas, eu poderia ser uma monja no alto da montanha sem muita confusão mental. Eu me sinto bem mesmo é sozinha, sem chateação.'
Tive que dar uma resposta longa.
Seria mais considerado do que dizer 'eu gosto assim e não é da sua conta'.
E sempre foi esse o meu conceito.
Mas eu desminto, para o bem do social, se for preciso.
Meu pensamento não é uma bandeira. É a minha preferência.
A começar pelas minhas profissões ideais:
cantora, designer de moda, fotógrafa ou professora.
Profissões que dependem do seu próprio esforço, e que podem tê-lo como centro de atenção em sua unidade. De esforço solitário, ainda que posto em conjunto.
E no momento, meu trabalho diário também me proporciona isso.
Sou responsável por completamente tudo relativo a 5 países no mundo, e não divido meu trabalho com ninguém.
E todo o grupo tem a mesma função.
De produzir seu trabalho de forma individual.
Ao final do mês, somamos os lucros e os dividimos igualmente.
E isso, sim, é um trabalho de grupo perfeito!
Sem interferência na sua produção individual.
Porém, estar sozinha também é ótimo, porque é preciso poucas interferências para adiantar o próprio passo, traçar o próprio futuro, ou encontrar as suas próprias decisões.
E porque a vida é minha e eu sozinha devo dirigí-la, escolho ser só, ou estar só quando não tiver que interagir com outros.
Sem fobias.
E assim, se a pessoa que me perguntou leu o acima, espero que ela tenha, finalmente, entendido o motivo por trás da monstra solitária.
Wednesday, 26 September 2007
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