Não!
Eu ainda não vi o novo Batman. Eu não respeito a crítica artística, mas, quando leio um texto plausível com detalhes que me decepcionam, eu não vou a um espetáculo ou filme. Prefiro não gastar dinheiro. Sim, chamem-me de sovina!
Aliás, dinheiro fácil não há, para os que esbanjam por aí, eu digo!
Tem gente que não sabe o valor de uma hora... aquela hora que não passa no trabalho!
E ainda mais, tem o Heath nesse filme.
Sempre que eu vejo uma foto daquele homem me dá uma vontade de pegar uma pinta de cerveja e levantar ao alto dizendo: 'Axé Babá, Heath!', e beber até morrer!
E para mim, ele e Marilyn se suicidaram da melhor maneira. Agora, tem que acertar na dose, porquê dor abdominal é horrível, e lavagem estomacal em hospital por tentativa falha de suicídio mais vergonhoso ainda!
Mas, voltando, voltando, por favor, menina dispersa....:
Eu me lembro da figura de Jack Nicholson, meio velha, meio desiludido, super ciníco, rindo sem pudor no papel do Coringa.
Eu me sinto assim! O próprio Coringa!
Até voltei a usar o batom Penélope da L'oreal. Vermelho-cinismo!
Porquê não tem firula que me encante, mais. Não me deslumbro mais com nada. Nada me encanta.
Somente verdade entra pelos meus ouvidos sem sair. E palavra honrada também, o que é difícil hoje em dia: alguém dizer que vai, que vem, que faz, que fala, que paga, que liga, que ama e cumprir.
Uma palavra honrada ganha o meu respeito.
A única diferença entre o Coringa de Jack e eu, é o escândalo no discurso.
Eu ando cada vez mais calada.
Somente sorrindo.
Escancaradamente.
Friday, 29 August 2008
Thursday, 28 August 2008
Dor nas costas!
Eu devo estar levando o mundo em cima das minhas.
Fora o que é parte do trabalho, como ter estudantes perguntando se suas ofertas de lugares foram aceitas ou não, chega mais requisição como as do tipo:
Maria:
- por favor, ligue para sua avó amanhã que é o aniversário dela? não esqueça!
- por favor, passa um cheque para mim, pois eu não tenho conta bancária. eu te pago agora.
- por favor, dá uma ligada para fulana enquanto eu viajo, já que ela não tá tomando anti-depressivo e pensou ontem em se jogar da janela?
- por favor, me indica um site onde eu possa comprar os braceletes que você usa?
- por favor, atende o telefone porquê eu preciso muito desabafar com você?
- por favor, fica na porta do meu show coletando dinheiro? eu não confio em ninguém do bar que vamos tocar!
Agora, alguém para me dar um beijo na boca e uma massagem não tem, né???!!
Nem um massagista pago nesta merda de cidade. Onde tudo tem que ser feito com antecedência e sem improviso.
Até dor tem que ser planejada.
Olha...
Eu quero mesmo é alguém é que tome conta de mim.
Só um tiquinho.
Fora o que é parte do trabalho, como ter estudantes perguntando se suas ofertas de lugares foram aceitas ou não, chega mais requisição como as do tipo:
Maria:
- por favor, ligue para sua avó amanhã que é o aniversário dela? não esqueça!
- por favor, passa um cheque para mim, pois eu não tenho conta bancária. eu te pago agora.
- por favor, dá uma ligada para fulana enquanto eu viajo, já que ela não tá tomando anti-depressivo e pensou ontem em se jogar da janela?
- por favor, me indica um site onde eu possa comprar os braceletes que você usa?
- por favor, atende o telefone porquê eu preciso muito desabafar com você?
- por favor, fica na porta do meu show coletando dinheiro? eu não confio em ninguém do bar que vamos tocar!
Agora, alguém para me dar um beijo na boca e uma massagem não tem, né???!!
Nem um massagista pago nesta merda de cidade. Onde tudo tem que ser feito com antecedência e sem improviso.
Até dor tem que ser planejada.
Olha...
Eu quero mesmo é alguém é que tome conta de mim.
Só um tiquinho.
Wednesday, 27 August 2008
Um almoço.
Ele acompanha você de longe, e quando você sente que alguém te olha e encara de volta, ele tira a vista.
E você duvida - 'será que eu tô viajando? eu e o meu ego!'
Aí, você pega a bandeja, põe a sua comida e os seus tomates, paga a conta e senta.
E ao sentar, finalmente, entre duas colunas de sustentação do prédio, os olhares se trocam.
Você come. Pára de pensar e come, na sua mesa, sozinha.
E, de repente, da coluna surge ele, que pergunta:
'Tá sozinha?'
Você responde: 'Tô!'
Ele senta. Não pergunta se pode, porquê ele já acha que pode.
Você quebra o gelo: 'Vou pegar um guardanapo...'
E respira dois segundos...
Volta para mesa, e não tem como fugir.
É cara na cara.
Entre garfadas e mordidas.
Você continua: 'A comida tá horrível. Fazer o quê, né? Vamos comer.'
Ele começa o teste das perguntas. 'Será que essa é para casar?', ele deve pensar, já que nem sabe que eu já casei e não preciso mais dessa validação.
Faço questão de não passar no teste. Já tinha resolvido ser do contra e agora, eu desafio mesmo.
Ele começa: 'E você sabe cozinhar?'
Eu: 'Não! Não faço questão de cozinhar, mas sobrevivo na cozinha!'
Ele: 'Você gosta de morar aqui?'
Eu: 'Sim, eu não sofro querendo voltar! Vivo o presente. Para mim o que vale é agora!'
Ele: 'Você vai à academia?'
Eu: 'Não! Gosto de esporte ao ar livre. Academia não rola, não gosto!'
Ele: 'Quando você vai ao Brasil agora?'
Eu: 'Não sei, mas vi uma passagem barata ontem para ser utilizada até o começo de dezembro!'
Ele: 'Não posso nessas datas! Só posso ir por 3 dias!'
Eu, pensando : ??????????????? Quem te chamou ?????????????
E eu mudei o rumo da conversa, pois o teste teve as perguntas idiotas de um homem à uma mulher e eu já não estava interessada. Prova de que uma conversa ruim acaba com qualquer resto de tesão no mundo.
Falamos de outras coisas: da gravidez da irmã dele, do nosso aniversário no mesmo dia do ano, e de que aquela era a nossa primeira conversa já que passamos meses brigando e dando foras um no outro.
Ele pediu o número do meu telefone, e eu disse que não queria dar.
Ele ficou surpreso. No final, dei o número mas avisei que não sabia o dele, deletado nos tempos de guerra entre nós dois.
Ele não acreditou, e eu jurei por Deus.
Ele, católico, acreditou, enfim.
No final do almoço, ele me deu dois beijinhos e me pegou no braço tão forte que o que senti depois foi igual à sensação de levar uma benzetacil. Uma pegada com uma olhada no olho. Em público.
Foi o jeito dele de me dizer: 'Feel me?'
Sim, eu sinto!
Mas, eu também sinto muito.
Você disperdiçou a chance que teve comigo.
E eu, impaciente, não volto atrás.
E você duvida - 'será que eu tô viajando? eu e o meu ego!'
Aí, você pega a bandeja, põe a sua comida e os seus tomates, paga a conta e senta.
E ao sentar, finalmente, entre duas colunas de sustentação do prédio, os olhares se trocam.
Você come. Pára de pensar e come, na sua mesa, sozinha.
E, de repente, da coluna surge ele, que pergunta:
'Tá sozinha?'
Você responde: 'Tô!'
Ele senta. Não pergunta se pode, porquê ele já acha que pode.
Você quebra o gelo: 'Vou pegar um guardanapo...'
E respira dois segundos...
Volta para mesa, e não tem como fugir.
É cara na cara.
Entre garfadas e mordidas.
Você continua: 'A comida tá horrível. Fazer o quê, né? Vamos comer.'
Ele começa o teste das perguntas. 'Será que essa é para casar?', ele deve pensar, já que nem sabe que eu já casei e não preciso mais dessa validação.
Faço questão de não passar no teste. Já tinha resolvido ser do contra e agora, eu desafio mesmo.
Ele começa: 'E você sabe cozinhar?'
Eu: 'Não! Não faço questão de cozinhar, mas sobrevivo na cozinha!'
Ele: 'Você gosta de morar aqui?'
Eu: 'Sim, eu não sofro querendo voltar! Vivo o presente. Para mim o que vale é agora!'
Ele: 'Você vai à academia?'
Eu: 'Não! Gosto de esporte ao ar livre. Academia não rola, não gosto!'
Ele: 'Quando você vai ao Brasil agora?'
Eu: 'Não sei, mas vi uma passagem barata ontem para ser utilizada até o começo de dezembro!'
Ele: 'Não posso nessas datas! Só posso ir por 3 dias!'
Eu, pensando : ??????????????? Quem te chamou ?????????????
E eu mudei o rumo da conversa, pois o teste teve as perguntas idiotas de um homem à uma mulher e eu já não estava interessada. Prova de que uma conversa ruim acaba com qualquer resto de tesão no mundo.
Falamos de outras coisas: da gravidez da irmã dele, do nosso aniversário no mesmo dia do ano, e de que aquela era a nossa primeira conversa já que passamos meses brigando e dando foras um no outro.
Ele pediu o número do meu telefone, e eu disse que não queria dar.
Ele ficou surpreso. No final, dei o número mas avisei que não sabia o dele, deletado nos tempos de guerra entre nós dois.
Ele não acreditou, e eu jurei por Deus.
Ele, católico, acreditou, enfim.
No final do almoço, ele me deu dois beijinhos e me pegou no braço tão forte que o que senti depois foi igual à sensação de levar uma benzetacil. Uma pegada com uma olhada no olho. Em público.
Foi o jeito dele de me dizer: 'Feel me?'
Sim, eu sinto!
Mas, eu também sinto muito.
Você disperdiçou a chance que teve comigo.
E eu, impaciente, não volto atrás.
Wednesday, 20 August 2008
Falsa!
Ha!
Hoje, o dia tá movimentado...
O telefone tocou e uma me disse:
'Ah, sabe o que fulano me disse? Disse 'não sei, mas a Maria tem um sorriso tão falso!'
Eu: 'Hahahahaha! E eu sou amiga dele? O meu sorriso é cordial, como um 'oi' sem palavras! A gente trabalha no mesmo lugar. O que ele espera? Amor?'
E é essa a minha nova fama! A de falsa....
Não entendo como um sorriso de longe dá uma impressão de intimidade às pessoas.
E quando o mar derruba o castelo da intimidade e elas caem na real de que não te conhecem, sentem-se usadas!
Eu sinto muito, mas falar 'oi', ou sorrir de longe, ou ler esse blog não quer dizer que você é meu amigo. Você não entra em mim!
Você não me sente!
'Feel me?', grita Mary J. Blige, e eu digo: 'Nãããão!!!!'
Tem potencial, sim! Afinal, eu ri para você.
Mas, o potencial não se concretizou ainda.
As pessoas precisam separar as coisas!
E não há falsidade nenhuma em nada. Nada é pessoal. Eu não falo de você, nem sabia que você prestava atenção em mim, fulano.
Um sorriso cordial ajuda no relacionamento profissional, e nem sempre tem a ver com emoção. Eu rio até quando quero chorar!
No entanto, quem não sabe separar as coisas nunca vai entender isso.
E tá tudo bem, então. Agora que você me acha assim, eu confirmo:
Eu sou falsiê, mesmo!
Xô!
Hoje, o dia tá movimentado...
O telefone tocou e uma me disse:
'Ah, sabe o que fulano me disse? Disse 'não sei, mas a Maria tem um sorriso tão falso!'
Eu: 'Hahahahaha! E eu sou amiga dele? O meu sorriso é cordial, como um 'oi' sem palavras! A gente trabalha no mesmo lugar. O que ele espera? Amor?'
E é essa a minha nova fama! A de falsa....
Não entendo como um sorriso de longe dá uma impressão de intimidade às pessoas.
E quando o mar derruba o castelo da intimidade e elas caem na real de que não te conhecem, sentem-se usadas!
Eu sinto muito, mas falar 'oi', ou sorrir de longe, ou ler esse blog não quer dizer que você é meu amigo. Você não entra em mim!
Você não me sente!
'Feel me?', grita Mary J. Blige, e eu digo: 'Nãããão!!!!'
Tem potencial, sim! Afinal, eu ri para você.
Mas, o potencial não se concretizou ainda.
As pessoas precisam separar as coisas!
E não há falsidade nenhuma em nada. Nada é pessoal. Eu não falo de você, nem sabia que você prestava atenção em mim, fulano.
Um sorriso cordial ajuda no relacionamento profissional, e nem sempre tem a ver com emoção. Eu rio até quando quero chorar!
No entanto, quem não sabe separar as coisas nunca vai entender isso.
E tá tudo bem, então. Agora que você me acha assim, eu confirmo:
Eu sou falsiê, mesmo!
Xô!
A síndrome da boa menina.
Desculpem-me garotas, mas, vocês sofrerão dessa síndrome perante os seus amigos masculinos se eles gostarem de você.
Dois exemplos nítidos, dos quais as amigas 'boas meninas' riram quando se deram conta de que sofriam dessa síndrome para os seus amigos machos.
Caso 1
Fulana adora dançar salsa, tem um tamanho mignon, fala baixinho, é mais velha do que eu, tem um namorado fiel, e seus amigos machos a acham um doce, risonha, dançarina e ideal.
Porém, ela é minha amiga, e não é santa.
Então, falei para um de seus amigos machos o qual tinha acabado de conhecer:
Eu: 'Ah, você conhece I.! Ela é minha amiga! Falamos de você um dia desses.'
Macho1: 'Ah foi? Nossa, que mundo pequeno! Falaram o quê?'
E: 'Falei o que você me disse no primeiro dia que nos conhecemos. Você disse que eu era uma 'mulher triste', que me faltava algo, lembra?! E ela me disse: 'Que nada, Maria, aonde tu é triste? Esse há anos tá sozinho e solta essa mesma história, testando as meninas.'
M1, incrédulo: 'Não, acredito! Estamos falando da mesma pessoa? I. é doce! Nunca diria isso... Vou ligar para ela agora!', pegando o telefone....
E: 'Ligar para falar o quê? E é mentira? Deixa de criancice, homem. Mulher que não fala também pensa!'
M1: silêncio
Caso 2
Fulana é amiga de todos os meninos e sai com eles todos os finais de semana para as festas e farras.
Ficou bêbada uma noite, e seguindo a lenda de Brighton, numa noite de 'seca', 'deu' para um dos que estavam na roda entre vômitos e náuseas. Nem lembra o que aconteceu direito.
Após essa noite, ele a segue e todos da roda querem que os dois fiquem juntos! Ele não larga o pé dela, acreditando que tem chance.
Ela me vem e diz:
'Porra, Maria! Foi só uma noite e eu estava bêbada. Meu corpo precisava de um toque. Só isso! Agora fica todo mundo forçando a barra e achando a gente legal como casal. Porra nenhuma! Tô fora!'
E a moral da história é que você quando se comporta como uma boa menina para os seus amigos, não pode arrotar, trepar sem compromisso, falar o que acha, pois eles achavam você tão legal e doce. Tão feminina e digna de proteção. Quando vira mulher independente, a veia inglesa diz que você não precisa de mais nada. Nem deles. E eles somem.
E aí os mal-entendidos começam...
Conselho?
Comece um blog igual a esse e saia rasgando o verbo, sorria a todos e mande eles lerem o que você acha.
Mas tem que dar a cara para bater!
Eu garanto que ninguém comenta nada, pois o lido tem mais poder do que o falado.
Deixa neguinho pensando por horas e sem direito a resposta....
Dois exemplos nítidos, dos quais as amigas 'boas meninas' riram quando se deram conta de que sofriam dessa síndrome para os seus amigos machos.
Caso 1
Fulana adora dançar salsa, tem um tamanho mignon, fala baixinho, é mais velha do que eu, tem um namorado fiel, e seus amigos machos a acham um doce, risonha, dançarina e ideal.
Porém, ela é minha amiga, e não é santa.
Então, falei para um de seus amigos machos o qual tinha acabado de conhecer:
Eu: 'Ah, você conhece I.! Ela é minha amiga! Falamos de você um dia desses.'
Macho1: 'Ah foi? Nossa, que mundo pequeno! Falaram o quê?'
E: 'Falei o que você me disse no primeiro dia que nos conhecemos. Você disse que eu era uma 'mulher triste', que me faltava algo, lembra?! E ela me disse: 'Que nada, Maria, aonde tu é triste? Esse há anos tá sozinho e solta essa mesma história, testando as meninas.'
M1, incrédulo: 'Não, acredito! Estamos falando da mesma pessoa? I. é doce! Nunca diria isso... Vou ligar para ela agora!', pegando o telefone....
E: 'Ligar para falar o quê? E é mentira? Deixa de criancice, homem. Mulher que não fala também pensa!'
M1: silêncio
Caso 2
Fulana é amiga de todos os meninos e sai com eles todos os finais de semana para as festas e farras.
Ficou bêbada uma noite, e seguindo a lenda de Brighton, numa noite de 'seca', 'deu' para um dos que estavam na roda entre vômitos e náuseas. Nem lembra o que aconteceu direito.
Após essa noite, ele a segue e todos da roda querem que os dois fiquem juntos! Ele não larga o pé dela, acreditando que tem chance.
Ela me vem e diz:
'Porra, Maria! Foi só uma noite e eu estava bêbada. Meu corpo precisava de um toque. Só isso! Agora fica todo mundo forçando a barra e achando a gente legal como casal. Porra nenhuma! Tô fora!'
E a moral da história é que você quando se comporta como uma boa menina para os seus amigos, não pode arrotar, trepar sem compromisso, falar o que acha, pois eles achavam você tão legal e doce. Tão feminina e digna de proteção. Quando vira mulher independente, a veia inglesa diz que você não precisa de mais nada. Nem deles. E eles somem.
E aí os mal-entendidos começam...
Conselho?
Comece um blog igual a esse e saia rasgando o verbo, sorria a todos e mande eles lerem o que você acha.
Mas tem que dar a cara para bater!
Eu garanto que ninguém comenta nada, pois o lido tem mais poder do que o falado.
Deixa neguinho pensando por horas e sem direito a resposta....
Perguntas essenciais.
'A seca está braba', alguém disse.
'Se ele vier, eu vou! Na raça! Pode me encostar na parede e dar uma pegada, sem muita firula mesmo, que eu vou! Do jeito que eu tô, eu vou na raça!'
E eu respondi para ela:
'É! Brighton só tem estudante ou gay... tá difícil. E quem dorme com menino, você sabe, acorda...'
Ela: 'mijada!'
Exatamente!
E eu disse a ela umas perguntas que eu usaria caso quisesse achar alguém hoje em dia:
- Você trabalha? - um homem independente é sempre bom.
- Você gosta do seu trabalho? - as possibilidades de progresso profissional para quem gosta do seu métier são sempre melhores.
- Você mora com quem? - ele mora com pai ou mãe? então, não dá!
- Sua mãe trabalha? - vendo que tipo de mãe ele tem, já se sabe que tipo de mulher ele espera ter, mesmo que minta dizendo que adora mulher moderna e independente!
- Qual foi a sua última viagem? - se foi para NY, já dá para excluir. no mínimo, um lugar interessante e fora do costume.
- Quer que eu pague a conta? - se ele disser sim e isso for no começo, pelo amor de Deus, corra! para sempre será assim!
Mas, as perguntas são somente para o 'boyfriend material'.
Do contrário, é 'na raça' e tchau!
'Se ele vier, eu vou! Na raça! Pode me encostar na parede e dar uma pegada, sem muita firula mesmo, que eu vou! Do jeito que eu tô, eu vou na raça!'
E eu respondi para ela:
'É! Brighton só tem estudante ou gay... tá difícil. E quem dorme com menino, você sabe, acorda...'
Ela: 'mijada!'
Exatamente!
E eu disse a ela umas perguntas que eu usaria caso quisesse achar alguém hoje em dia:
- Você trabalha? - um homem independente é sempre bom.
- Você gosta do seu trabalho? - as possibilidades de progresso profissional para quem gosta do seu métier são sempre melhores.
- Você mora com quem? - ele mora com pai ou mãe? então, não dá!
- Sua mãe trabalha? - vendo que tipo de mãe ele tem, já se sabe que tipo de mulher ele espera ter, mesmo que minta dizendo que adora mulher moderna e independente!
- Qual foi a sua última viagem? - se foi para NY, já dá para excluir. no mínimo, um lugar interessante e fora do costume.
- Quer que eu pague a conta? - se ele disser sim e isso for no começo, pelo amor de Deus, corra! para sempre será assim!
Mas, as perguntas são somente para o 'boyfriend material'.
Do contrário, é 'na raça' e tchau!
Trelles.
Trelles é um poeta que fez Jornalismo na UFPE.
O nome do paulista Trelles é André.
Trelles nunca foi muito meu amigo na época da faculdade, mas eu o olhava de longe e queria que ele fosse.
Adoro ser amiga de gente inteligente.
Eu calo a boca e ouço coisas plausíveis. Calo a boca, mesmo!
E fui eu que fiz um pedido de amizade no estilo 'quer ser meu amigo?'.
Ele aceitou!
Eu não lembro como reencontrei Trelles em Recife, mas foi no mínimo curioso estar na casa dos meus pais e receber um telefonema dele no telefone fixo.
Logo hoje em dia, em tempos de mensagens de texto secretas e com palavras cortadas em celulares.
Achei ótimo alguém ligar para a casa da minha mãe e dizer:
'Alô, eu poderia falar com a Maria Hilda, por favor?'
Só meus namorados adolescentes, e minhas amigas de escola faziam isso.
Trelles não tem nenhum envolvimento sexual ou amoroso comigo, diga-se de passagem.
Nós trocamos palavras! Só palavras.
Eu tenho muitas pessoas ao meu redor com as quais eu troco palavras, apenas. Isso é possível entre um homem e uma mulher.
Só um bronco não acredita nisso!
O livro dele eu recebi por correios aqui na Inglaterra.
Até hoje guardo o envelope com a letra à mão. Outro toque antigo dele: correspondência.
Aliás, quem escreve cartas hoje em dia?
O livro é um tapa na cara de bom e é vendido em Recife na Livraria Cultura.
Ou pelo menos era até abril de 2007.
Se você entrar no blog dele, apartamento902 - com o link na minha lista de preferidos, e fizer contato imediato com ele, ele te vende um, eu tenho certeza!
Eu fiquei hoje com saudade de amigos como Trelles.
Espero que ele esteja bem!
O nome do paulista Trelles é André.
Trelles nunca foi muito meu amigo na época da faculdade, mas eu o olhava de longe e queria que ele fosse.
Adoro ser amiga de gente inteligente.
Eu calo a boca e ouço coisas plausíveis. Calo a boca, mesmo!
E fui eu que fiz um pedido de amizade no estilo 'quer ser meu amigo?'.
Ele aceitou!
Eu não lembro como reencontrei Trelles em Recife, mas foi no mínimo curioso estar na casa dos meus pais e receber um telefonema dele no telefone fixo.
Logo hoje em dia, em tempos de mensagens de texto secretas e com palavras cortadas em celulares.
Achei ótimo alguém ligar para a casa da minha mãe e dizer:
'Alô, eu poderia falar com a Maria Hilda, por favor?'
Só meus namorados adolescentes, e minhas amigas de escola faziam isso.
Trelles não tem nenhum envolvimento sexual ou amoroso comigo, diga-se de passagem.
Nós trocamos palavras! Só palavras.
Eu tenho muitas pessoas ao meu redor com as quais eu troco palavras, apenas. Isso é possível entre um homem e uma mulher.
Só um bronco não acredita nisso!
O livro dele eu recebi por correios aqui na Inglaterra.
Até hoje guardo o envelope com a letra à mão. Outro toque antigo dele: correspondência.
Aliás, quem escreve cartas hoje em dia?
O livro é um tapa na cara de bom e é vendido em Recife na Livraria Cultura.
Ou pelo menos era até abril de 2007.
Se você entrar no blog dele, apartamento902 - com o link na minha lista de preferidos, e fizer contato imediato com ele, ele te vende um, eu tenho certeza!
Eu fiquei hoje com saudade de amigos como Trelles.
Espero que ele esteja bem!
Lê aí!
Eu falei para ela, que estava do meu lado:
'Esse sujeito tem que ler o blog! Ele deveria lê-lo.'
Ela: 'Não, Maria! Não acho que ele deveria!'
Eu: 'Oxe, porquê?'
Ela: 'Ele não ia aguentar... Ele não ia entender! Tem gente que não entende!'
Eu: 'Ah, disso eu sei... mas eu não vou falar, ele tem que ler!'
O que a amiga queria dizer é que fulano é um menino, pensa merda como todos nós pensávamos ou ainda pensamos, e que não ia entender porquê ainda não viveu.
Ela tem razão.
Mas, não é porquê é novo que não tem responsabilidade e pode fazer merda por aí afora.
Tem que ler e sentir!
'Feel me?'
Ler calado e sentir! Sentir ira, desprezo, felicidade... sentir!
Eu vou chegar assim, um dia de fininho e dizer:
'Eu tenho um blog engraçadinho. Lê lá!'
Engraçadinho...
Hã-rã!
'Esse sujeito tem que ler o blog! Ele deveria lê-lo.'
Ela: 'Não, Maria! Não acho que ele deveria!'
Eu: 'Oxe, porquê?'
Ela: 'Ele não ia aguentar... Ele não ia entender! Tem gente que não entende!'
Eu: 'Ah, disso eu sei... mas eu não vou falar, ele tem que ler!'
O que a amiga queria dizer é que fulano é um menino, pensa merda como todos nós pensávamos ou ainda pensamos, e que não ia entender porquê ainda não viveu.
Ela tem razão.
Mas, não é porquê é novo que não tem responsabilidade e pode fazer merda por aí afora.
Tem que ler e sentir!
'Feel me?'
Ler calado e sentir! Sentir ira, desprezo, felicidade... sentir!
Eu vou chegar assim, um dia de fininho e dizer:
'Eu tenho um blog engraçadinho. Lê lá!'
Engraçadinho...
Hã-rã!
Tuesday, 19 August 2008
Aceitação!
Comprei também há uma semana esse baralho dos anjos, para ver se me acalmava... meu tarot anda falando verdades demais, e 'as cartas nunca mentem', como diz Lili minha irmã-adotada, então entrei em pânico...
Mas eu digo uma coisa...
Esses anjos tão pegando pesado!
Quebrando tudo, até um pouco ditadores.
Tirei a frase:
'Accept yourself!'
E eu comecei a pensar em mim com carinho.
Como se fosse um namorado novo que eu acabasse de conquistar, com o meu papo mais do que com a minha aparência.
Pensei que essa figura que me ama, assim como eu, adoraria:
- meu senso de humor,
- meu papo 'na real'
- meu quadril largo
- minhas pernas finas que ficam longelíneas em cima de um salto alto
- o escuro dos meus olhos, do meu cabelo, da minha pele: tudo marrom e preto!
- minhas tatuagens tortas e antigas
- minha experiência de vida
- meu espírito de luta
- meu sorriso infantil
- minha generosidade
- minha habilidade em sobreviver em qualquer circunstância e país
- minha loucura e impulsividade
- minha energia
- minha boca com gosto de café
- minhas rugas de expressão
E principalmente:
- minha voz!
Eu nunca mais fico com ninguém que não gosta da minha voz!
Nunca mais!
Eu tô me aceitando do jeito que eu tô agora!
Sem perfeição nenhuma.
Completamente torta!
Mas eu digo uma coisa...
Esses anjos tão pegando pesado!
Quebrando tudo, até um pouco ditadores.
Tirei a frase:
'Accept yourself!'
E eu comecei a pensar em mim com carinho.
Como se fosse um namorado novo que eu acabasse de conquistar, com o meu papo mais do que com a minha aparência.
Pensei que essa figura que me ama, assim como eu, adoraria:
- meu senso de humor,
- meu papo 'na real'
- meu quadril largo
- minhas pernas finas que ficam longelíneas em cima de um salto alto
- o escuro dos meus olhos, do meu cabelo, da minha pele: tudo marrom e preto!
- minhas tatuagens tortas e antigas
- minha experiência de vida
- meu espírito de luta
- meu sorriso infantil
- minha generosidade
- minha habilidade em sobreviver em qualquer circunstância e país
- minha loucura e impulsividade
- minha energia
- minha boca com gosto de café
- minhas rugas de expressão
E principalmente:
- minha voz!
Eu nunca mais fico com ninguém que não gosta da minha voz!
Nunca mais!
Eu tô me aceitando do jeito que eu tô agora!
Sem perfeição nenhuma.
Completamente torta!
As noites pernambucanas.
Comprei uma cama nova.
Aliás, sofá-cama... Praticidade na minha vida, já!
Tudo tem que ser 'bogof'!
Sofá de dia, cama de noite!
Para os que não sabem, 'bogof' é 'buy-one-get-one-free'!
Algo com dupla utilidade.
Como por exemplo, um amigo-amante!
Aquele ao qual você conta seus segredos e fode de vez em quando.
Voltando:
Não foi um vagabundo, não! Foi um fuderoso... Grande, espaçoso, confortável.
Cor cinza-azulado.
E fico agora em cima daquele sofá, solitária e saudosa das noites pernambucanas.
Tudo isso porquê pensei naqueles dias que você quer beber até cair, mas com alguém que não te censure, ou diga: 'ontem, você tava ótima!'
Repressão!
Sai-te!
Não se fala de passado...
Passou, né? Please!
E aqui ainda não encontrei ninguém tão sem censura para as minhas loucuras impulsivas ditadas por uma carraspana.
E fiquei com saudade de Hellcife e suas noites pé-na-lama!
Onde a gente baixa o nível se quiser... ou não quiser!
Fala alto, bate boca, beija de língua explicitamente e fica bêbado sem sentir!
Fala sacanagem, tira onda da sua cara NA sua cara, ri do que é ridículo, dança torto, e recebe beijo babado de bêbado amoroso.
Tenho certeza de que em um pub aqui do lado encontraria isso de um bando de senhores de dentes sujos.
Mas, o que eu queria era ver um gatinho de tatuagem, meio suado de calor e de camisa regata branca, ou aqueles que checam o bar antes de sentar para ver se vale a pena.
Eu queria era rir das conversas das minhas amigas, batendo um carangueijo na mesa do Tepan e sentindo o cheiro de perfume do Boticário da menina de argolas gigantes da mesa ao lado.
Ai, que saudade das decadentes noites pernambucanas....
Aliás, sofá-cama... Praticidade na minha vida, já!
Tudo tem que ser 'bogof'!
Sofá de dia, cama de noite!
Para os que não sabem, 'bogof' é 'buy-one-get-one-free'!
Algo com dupla utilidade.
Como por exemplo, um amigo-amante!
Aquele ao qual você conta seus segredos e fode de vez em quando.
Voltando:
Não foi um vagabundo, não! Foi um fuderoso... Grande, espaçoso, confortável.
Cor cinza-azulado.
E fico agora em cima daquele sofá, solitária e saudosa das noites pernambucanas.
Tudo isso porquê pensei naqueles dias que você quer beber até cair, mas com alguém que não te censure, ou diga: 'ontem, você tava ótima!'
Repressão!
Sai-te!
Não se fala de passado...
Passou, né? Please!
E aqui ainda não encontrei ninguém tão sem censura para as minhas loucuras impulsivas ditadas por uma carraspana.
E fiquei com saudade de Hellcife e suas noites pé-na-lama!
Onde a gente baixa o nível se quiser... ou não quiser!
Fala alto, bate boca, beija de língua explicitamente e fica bêbado sem sentir!
Fala sacanagem, tira onda da sua cara NA sua cara, ri do que é ridículo, dança torto, e recebe beijo babado de bêbado amoroso.
Tenho certeza de que em um pub aqui do lado encontraria isso de um bando de senhores de dentes sujos.
Mas, o que eu queria era ver um gatinho de tatuagem, meio suado de calor e de camisa regata branca, ou aqueles que checam o bar antes de sentar para ver se vale a pena.
Eu queria era rir das conversas das minhas amigas, batendo um carangueijo na mesa do Tepan e sentindo o cheiro de perfume do Boticário da menina de argolas gigantes da mesa ao lado.
Ai, que saudade das decadentes noites pernambucanas....
Da escrita.
A minha professora de português da Academia Santa Gertrudes, Rosa, já me dizia isso quando eu estava na sétima série e me dava um 10 no quesito em questão.
Minha última professora na Sussex University também sugeria o mesmo quando me dizia que eu tinha muitas idéias, idéias demais.
As novas aquisições no quesito amizade, Gracielle e Juliana, estão por aqui todos os dias e já me perguntaram isso duas vezes seguidas.
E eu ouço a seguinte frase algumas vezes, em diferentes fases da minha vida, pensando que sou formada em Jornalismo e me pergunto o mesmo:
'Maria, porquê você não vive da escrita?'
Eu não sei!
Minha última professora na Sussex University também sugeria o mesmo quando me dizia que eu tinha muitas idéias, idéias demais.
As novas aquisições no quesito amizade, Gracielle e Juliana, estão por aqui todos os dias e já me perguntaram isso duas vezes seguidas.
E eu ouço a seguinte frase algumas vezes, em diferentes fases da minha vida, pensando que sou formada em Jornalismo e me pergunto o mesmo:
'Maria, porquê você não vive da escrita?'
Eu não sei!
Maria Semente.
Esse era o nome que eu usava para o grupo de teatro 'Quarta Parede', dirigido por Kléber Lourenço no Sesc Casa Amarela, em 2004.
Esse nome artístico foi uma homenagem ao artista-pai que eu biologicamente tive: Israel Semente Proibida.
Maria Semente queria ser cantora, fazia teatro, cantava em um barzinho em Casa Forte, gravava demos para que sua voz fosse mostrada e não queria saber de outra coisa que não fosse cantar.
O diretor dizia: 'Tem gente que tem talento e fica linda no palco, mas não tem a vocação!'
Era verdade!
Eu não queria ser atriz. Eu queria ser cantora!
Aliás:
Eu quero!
Perdi o foco, mas re-assisti o vídeo do dono do nome 'Semente' e lembrei de onde vinha essa vontade musical.
O dono do nome é o baterista do vídeo abaixo, e eu nem era nascida em 1975.
Não, não era!
Toda vez que vejo esse vídeo, eu penso:
'Será que eu me pareço com ele?'
Esse nome artístico foi uma homenagem ao artista-pai que eu biologicamente tive: Israel Semente Proibida.
Maria Semente queria ser cantora, fazia teatro, cantava em um barzinho em Casa Forte, gravava demos para que sua voz fosse mostrada e não queria saber de outra coisa que não fosse cantar.
O diretor dizia: 'Tem gente que tem talento e fica linda no palco, mas não tem a vocação!'
Era verdade!
Eu não queria ser atriz. Eu queria ser cantora!
Aliás:
Eu quero!
Perdi o foco, mas re-assisti o vídeo do dono do nome 'Semente' e lembrei de onde vinha essa vontade musical.
O dono do nome é o baterista do vídeo abaixo, e eu nem era nascida em 1975.
Não, não era!
Toda vez que vejo esse vídeo, eu penso:
'Será que eu me pareço com ele?'
Gente bonita!
No meio da mudança de apartamento, eu achei uma foto de 2003, tirada em Salvador, na festa da Dadá no Pelourinho.
Lá, umas bandanas eram dadas de graça na entrada da festa e vinham com a frase 'Gente Bonita'.
Eu pûs uma na cabeça e tirei a foto com duas baianas. Detalhe: eu naquela época, usava um aparelho medonho e estava longe de ser linda.
Mas, o valor de ser 'gente bonita' é , definitivamente, diferente para cada um e eu me sentia um arraso com minhas tranças de raiz no cabelo.
Hoje, pensei na foto e em algumas pessoas por aqui que só querem andar com gente bonita.
Gente bonita que escova o cabelo, bota maquiagem, refere-se aos outros como 'o gordinho' ou 'aquela barrigudinha', preocupa-se com as luzes e a cor do cabelo, vive na noitada e, com certeza, saem bem numa foto mas não passariam em um teste oral com a conversa pífia que tem.
Conto os 'tipo assim...' ditos nos dedos, e precisaria de 5 mãos por parágrafo relatado por tais pessoas.
Algumas dessas pessoas até me chamam para sair.
Eles me vêem como digna de suas companhias.
Talvez, vejam a beleza do meu delineador Chanel e do meu anti-olheiras Dior como definidoras do meu caráter de 'gente bonita' que eles consideram.
Mas, sinceramente...
Quantos 'não, posso!' eu devo dizer para que educadamente essas pessoas sem substância parem de me chamar a sair?
Acho que uns 20 'não posso!' resolveriam. E já têm surgido efeito, pois ninguém me chama para mais nada! Graças!
Eu prefiro ver um filme de arte com a gordinha e falar de coisas que me enriqueçam o conhecimento.
Só sei que é irritante esse povo que se acha lindo, e só anda com pessoas 'lindas'.
Grande merda!
Lá, umas bandanas eram dadas de graça na entrada da festa e vinham com a frase 'Gente Bonita'.
Eu pûs uma na cabeça e tirei a foto com duas baianas. Detalhe: eu naquela época, usava um aparelho medonho e estava longe de ser linda.
Mas, o valor de ser 'gente bonita' é , definitivamente, diferente para cada um e eu me sentia um arraso com minhas tranças de raiz no cabelo.
Hoje, pensei na foto e em algumas pessoas por aqui que só querem andar com gente bonita.
Gente bonita que escova o cabelo, bota maquiagem, refere-se aos outros como 'o gordinho' ou 'aquela barrigudinha', preocupa-se com as luzes e a cor do cabelo, vive na noitada e, com certeza, saem bem numa foto mas não passariam em um teste oral com a conversa pífia que tem.
Conto os 'tipo assim...' ditos nos dedos, e precisaria de 5 mãos por parágrafo relatado por tais pessoas.
Algumas dessas pessoas até me chamam para sair.
Eles me vêem como digna de suas companhias.
Talvez, vejam a beleza do meu delineador Chanel e do meu anti-olheiras Dior como definidoras do meu caráter de 'gente bonita' que eles consideram.
Mas, sinceramente...
Quantos 'não, posso!' eu devo dizer para que educadamente essas pessoas sem substância parem de me chamar a sair?
Acho que uns 20 'não posso!' resolveriam. E já têm surgido efeito, pois ninguém me chama para mais nada! Graças!
Eu prefiro ver um filme de arte com a gordinha e falar de coisas que me enriqueçam o conhecimento.
Só sei que é irritante esse povo que se acha lindo, e só anda com pessoas 'lindas'.
Grande merda!
Friday, 15 August 2008
Eu quero romance!
Tirei uma carta do baralho dos anjos:
'Ask for what you want!'
E eu gritei dentro de casa na mesma hora, alto e rouco: 'Eu quero ROMANCE!'
E QUERO MESMO!
Uma vida de piniqueira, lavando roupa na mão, cozinhando, passando as camisas do trabalho, acordando às 5h com a luz do sol, trabalhando em dois empregos e andando para tudo que é lado correndo, pois sempre ando atrasada!
Eu quero romance!
Só falto me derreter em inveja quando passo pelos mil e um restaurantes românticos de Brighton em pleno verão com suas luzes de velas cheios de casais com a mão na mão, e os olhos nos olhos.
Eu quero romance!
Meu namorado é o Tesco, o supermercado perto de casa.
Aliás, eu deveria namorar o que repõe as prateleiras, já que eu vivo ali dentro comprando tomate seco!
Eu quero ROMANCE!!
Amanhã é dia de lavanderia, encaixotar as últimas coisas do apartamento velho, e depilação.
Aliás, não sei para quê o último ato, já que não tem ninguém para me ver! Gasto de dinheiro!
Eu quero romance!
Olha aí, eu pedi, viu, seu anjo?
EU QUERO É ROMANCE!
'Ask for what you want!'
E eu gritei dentro de casa na mesma hora, alto e rouco: 'Eu quero ROMANCE!'
E QUERO MESMO!
Uma vida de piniqueira, lavando roupa na mão, cozinhando, passando as camisas do trabalho, acordando às 5h com a luz do sol, trabalhando em dois empregos e andando para tudo que é lado correndo, pois sempre ando atrasada!
Eu quero romance!
Só falto me derreter em inveja quando passo pelos mil e um restaurantes românticos de Brighton em pleno verão com suas luzes de velas cheios de casais com a mão na mão, e os olhos nos olhos.
Eu quero romance!
Meu namorado é o Tesco, o supermercado perto de casa.
Aliás, eu deveria namorar o que repõe as prateleiras, já que eu vivo ali dentro comprando tomate seco!
Eu quero ROMANCE!!
Amanhã é dia de lavanderia, encaixotar as últimas coisas do apartamento velho, e depilação.
Aliás, não sei para quê o último ato, já que não tem ninguém para me ver! Gasto de dinheiro!
Eu quero romance!
Olha aí, eu pedi, viu, seu anjo?
EU QUERO É ROMANCE!
A empregada!
Lá em casa nem sempre teve uma empregada.
Minha mãe por anos, na minha adolescência, foi incompetente para arranjar um emprego fixo, ou talvez muito emocional no ambiente de trabalho, como todos os outros tios e tias desempregados.
Um ego enorme dado pelo estudo e uma falta de estratégia para lidar com pessoas que lhes davam uma ordem no serviço. Sem jogo de cintura para conseguir o que queria, ela era.
Então, pelo período que ela foi desempregada, eu estudava e ela fazia um almoço horrível, pois nunca soube cozinhar. Herdei dela o meu nojo pela cozinha.
E ela também limpava a casa com ódio. Ódio de ser uma mulher estudada e limpando casa.
Como se fosse menos limpar o próprio lixo que ela produziu.
Até que após 7 tentativas passou em um concurso público e passou a trabalhar, dirigir um carro, e nunca estar em casa. Sempre fora!
A esta altura eu já estava na faculdade e passava o dia fora bem longe, e meu pai também no trabalho dele.
Mas, mesmo assim, a empregada foi necessária pois ela nunca lavaria um banheiro depois do trabalho, à noite.
Pensei nisso, hoje, quando ela me comunicou que decidiu que Ivanice não ficaria trabalhando mais na nossa casa após 10 anos.
Ela não quer, e não precisa mais de empregada.
Está aposentada e não precisa.
Lógico, que se eu não vivesse na Europa e dissesse para ela sempre que eu não posso falar no telefone às 6h da noite, pois estou cozinhando, ou que não liguei no final de semana porquê limpei a casa e saí logo em seguida, ela estaria até hoje com Ivanice.
Também aprendeu que não valia muito a pena ter empregada, porquê queria mandar Ivanice tirar todas as teias de aranha dos cantos da casa enquanto eu reclamava que ela trabalhava demais, e que quando eu fazia limpeza ganhava mais por menos trabalho.
Ela pensava em mim fazendo limpeza na casa dos outros e ficava com vergonha da sua burguesia.
Eu hoje em dia, vivendo no Brasil não conseguiria ter empregada, porquê eu consigo fazer tudo sozinha. Limpo banheiro de noite de joelhos, aspiro e passo roupa, cozinho meu jantar e vou fazer compras no supermercado andando, pois não tenho carro. Minha sacola de palha é chiquérrima, no entanto.
Eu faço tudo por mim mesma. Tristan também fazia tudo por ele mesmo e nunca aceitou que eu limpasse suas coisas, pois ele fazia melhor do eu.
Agora, reclamar que a empregada não faz direito é de lascar.
Como eu dizia para mainha: Peraí, que é analfabeta mas não é escrava, né?
Minha mãe por anos, na minha adolescência, foi incompetente para arranjar um emprego fixo, ou talvez muito emocional no ambiente de trabalho, como todos os outros tios e tias desempregados.
Um ego enorme dado pelo estudo e uma falta de estratégia para lidar com pessoas que lhes davam uma ordem no serviço. Sem jogo de cintura para conseguir o que queria, ela era.
Então, pelo período que ela foi desempregada, eu estudava e ela fazia um almoço horrível, pois nunca soube cozinhar. Herdei dela o meu nojo pela cozinha.
E ela também limpava a casa com ódio. Ódio de ser uma mulher estudada e limpando casa.
Como se fosse menos limpar o próprio lixo que ela produziu.
Até que após 7 tentativas passou em um concurso público e passou a trabalhar, dirigir um carro, e nunca estar em casa. Sempre fora!
A esta altura eu já estava na faculdade e passava o dia fora bem longe, e meu pai também no trabalho dele.
Mas, mesmo assim, a empregada foi necessária pois ela nunca lavaria um banheiro depois do trabalho, à noite.
Pensei nisso, hoje, quando ela me comunicou que decidiu que Ivanice não ficaria trabalhando mais na nossa casa após 10 anos.
Ela não quer, e não precisa mais de empregada.
Está aposentada e não precisa.
Lógico, que se eu não vivesse na Europa e dissesse para ela sempre que eu não posso falar no telefone às 6h da noite, pois estou cozinhando, ou que não liguei no final de semana porquê limpei a casa e saí logo em seguida, ela estaria até hoje com Ivanice.
Também aprendeu que não valia muito a pena ter empregada, porquê queria mandar Ivanice tirar todas as teias de aranha dos cantos da casa enquanto eu reclamava que ela trabalhava demais, e que quando eu fazia limpeza ganhava mais por menos trabalho.
Ela pensava em mim fazendo limpeza na casa dos outros e ficava com vergonha da sua burguesia.
Eu hoje em dia, vivendo no Brasil não conseguiria ter empregada, porquê eu consigo fazer tudo sozinha. Limpo banheiro de noite de joelhos, aspiro e passo roupa, cozinho meu jantar e vou fazer compras no supermercado andando, pois não tenho carro. Minha sacola de palha é chiquérrima, no entanto.
Eu faço tudo por mim mesma. Tristan também fazia tudo por ele mesmo e nunca aceitou que eu limpasse suas coisas, pois ele fazia melhor do eu.
Agora, reclamar que a empregada não faz direito é de lascar.
Como eu dizia para mainha: Peraí, que é analfabeta mas não é escrava, né?
Thursday, 14 August 2008
Ah, Turquia!
Todos me fizeram muito medo. A Turquia era um perigo para uma mulher sozinha.
Balela!
Eu, e duas canadenses de origens distintas viajávamos sozinhas e cruzamos nossos caminhos.
A Turquia, ou pelo menos Istambul, não é véu na cabeça e chateação para as mulheres.
Muito pelo contrário.
Se você for da minha cor, 'morena-jambre', você se passa por uma turca completamente.
Tudo começou no avião. Eu sentei perto de uma menina que viajava com a sua família de 7 integrantes da Inglaterra para Istambul.
'Adorei a sua tatuagem no ombro, é uma estrela. É o significado do meu nome em turco: Yildiz!', disse Yildiz.
'Que lindo! Seu nome é estrela!', eu disse gostando.
Y: 'Você parece turca, você sabe né?'
E: 'Alguém me disse mas terei que comprovar.'
Y: 'É porquê você tem uma natureza apaixonada. Dá para ver quando você olha. Isso é turco. Você está viajando sozinha? Você sabe como bater em um homem? Segura o colarinho, pisa no pé e chuta os ovos. Eles são animais. Não dê confiança, trate mal! Pai, ela é brasileira e tá viajando sozinha!....'
Virei a atração do avião.
O pai falou algo em turco e ela disse:
'Quando o avião chegar, você não sai do nosso lado! Nós vamos te ajudar!'
Ha!
E ajudaram mesmo: trocaram meu dinheiro, brigaram pela cotação dada no caixa, e me botaram no táxi dizendo aos gritos ao taxista: 'Anotamos sua placa, leva ela com cuidado!'
Foram beijos de amor o que demos na despedida. A menor de 7 anos gritava: 'Maria, não vá! Seja minha namorada!'
Paixão turca! Paixão!
E tudo foi nesse ritmo por 6 dias.
O albergue só tinha pessoas interessantes: uns vindo de Krakow, aliás, unanimidade em turismo, todos adoraram! Outros de Belgrado, outros da Rússia, Mongólia, Canadá, Austrália, Irlanda, Macedônia, Espanha, Itália...
Gente politizada, falando dos acordos a serem feitos entre o partido trabalhador curdo e a representação islâmica naquela semana, todos de olho na explosão das bombas daquela semana.
Conversas repletas de Narguilé com perfume de morango, ou cervejas turcas como a Vole ou Tuborg, ou em cafés da manhã de pão sírio, nescafé e queijo ricota.
O café, infelizmente, foi uma decepção: ou é turco, ou é nescafé!
Sim, eles têm a máquina italiana em alguns lugares.
Mas, é caríssimo. Então, o nescafé está em todos os lugares à venda.
Os turcos me achavam linda. Ou fingiam que achavam.
Cantadas turcas:
'Deixe-me te contar a história da minha vida?' ou 'Se eu fosse seu namorado, eu comprava um presente para você todos os dias.'
Gostei mais da segunda linha, lógico!
De problemas e passado, eu tô fora!
As mulheres turcas não mostram muito as pernas. E as tradicionais usam véu. São seríssimas, e como Yildiz, não admitem cantada! Jogam pesado, são dificílimas. Têm que casar virgem, disse ela.
Meu aniversário era no mesmo dia do aniversário de Nigel, dono do albergue Bauhaus!
E teve festa no terraço com vista para o Bósforos. Festa dele, extendida a mim, em um grito dado por ele a todos.
Todos me cumprimentavam.
Paixão turca!
O banho turco foi lindo!
As inglesas, loiras, espanholas apanhavam das turcas sem paciência.
Eu não quis apanhar, observei a roda e banquei a submissa risonha na minha vez!
Olhei no olho, disse 'merhaba' com voz infantil e ri.
Fui bem tratada.
E foi um banho maternal. Como se minha avó tivesse tirando os meus piolhos quando eu era criança e lavando com o champú remédio.
Depois uma sauna leve, e saí nova.
Os 40 graus já não incomodavam. Eu estava quente.
Eu pensei o que faria em Istambul para ali viver e aprender a língua:
'Trabalha em um bar!', disse Tarek o turco legal que aprendeu coreano fazendo o mesmo na Coréia do Sul.
Istambul é linda e fiz tantos amigos bons que não encarei uma viagem de 28 horas para Capadócia.
Preferi os novos indivíduos a um balão solitário.
Comprei mil e uma coisas coloridas, todas pechinchando o máximo e apaixonadamente como os turcos fazem.
Tenho que voltar à Turquia para ficar daquele jeito que estive:
Apaixonada!
Balela!
Eu, e duas canadenses de origens distintas viajávamos sozinhas e cruzamos nossos caminhos.
A Turquia, ou pelo menos Istambul, não é véu na cabeça e chateação para as mulheres.
Muito pelo contrário.
Se você for da minha cor, 'morena-jambre', você se passa por uma turca completamente.
Tudo começou no avião. Eu sentei perto de uma menina que viajava com a sua família de 7 integrantes da Inglaterra para Istambul.
'Adorei a sua tatuagem no ombro, é uma estrela. É o significado do meu nome em turco: Yildiz!', disse Yildiz.
'Que lindo! Seu nome é estrela!', eu disse gostando.
Y: 'Você parece turca, você sabe né?'
E: 'Alguém me disse mas terei que comprovar.'
Y: 'É porquê você tem uma natureza apaixonada. Dá para ver quando você olha. Isso é turco. Você está viajando sozinha? Você sabe como bater em um homem? Segura o colarinho, pisa no pé e chuta os ovos. Eles são animais. Não dê confiança, trate mal! Pai, ela é brasileira e tá viajando sozinha!....'
Virei a atração do avião.
O pai falou algo em turco e ela disse:
'Quando o avião chegar, você não sai do nosso lado! Nós vamos te ajudar!'
Ha!
E ajudaram mesmo: trocaram meu dinheiro, brigaram pela cotação dada no caixa, e me botaram no táxi dizendo aos gritos ao taxista: 'Anotamos sua placa, leva ela com cuidado!'
Foram beijos de amor o que demos na despedida. A menor de 7 anos gritava: 'Maria, não vá! Seja minha namorada!'
Paixão turca! Paixão!
E tudo foi nesse ritmo por 6 dias.
O albergue só tinha pessoas interessantes: uns vindo de Krakow, aliás, unanimidade em turismo, todos adoraram! Outros de Belgrado, outros da Rússia, Mongólia, Canadá, Austrália, Irlanda, Macedônia, Espanha, Itália...
Gente politizada, falando dos acordos a serem feitos entre o partido trabalhador curdo e a representação islâmica naquela semana, todos de olho na explosão das bombas daquela semana.
Conversas repletas de Narguilé com perfume de morango, ou cervejas turcas como a Vole ou Tuborg, ou em cafés da manhã de pão sírio, nescafé e queijo ricota.
O café, infelizmente, foi uma decepção: ou é turco, ou é nescafé!
Sim, eles têm a máquina italiana em alguns lugares.
Mas, é caríssimo. Então, o nescafé está em todos os lugares à venda.
Os turcos me achavam linda. Ou fingiam que achavam.
Cantadas turcas:
'Deixe-me te contar a história da minha vida?' ou 'Se eu fosse seu namorado, eu comprava um presente para você todos os dias.'
Gostei mais da segunda linha, lógico!
De problemas e passado, eu tô fora!
As mulheres turcas não mostram muito as pernas. E as tradicionais usam véu. São seríssimas, e como Yildiz, não admitem cantada! Jogam pesado, são dificílimas. Têm que casar virgem, disse ela.
Meu aniversário era no mesmo dia do aniversário de Nigel, dono do albergue Bauhaus!
E teve festa no terraço com vista para o Bósforos. Festa dele, extendida a mim, em um grito dado por ele a todos.
Todos me cumprimentavam.
Paixão turca!
O banho turco foi lindo!
As inglesas, loiras, espanholas apanhavam das turcas sem paciência.
Eu não quis apanhar, observei a roda e banquei a submissa risonha na minha vez!
Olhei no olho, disse 'merhaba' com voz infantil e ri.
Fui bem tratada.
E foi um banho maternal. Como se minha avó tivesse tirando os meus piolhos quando eu era criança e lavando com o champú remédio.
Depois uma sauna leve, e saí nova.
Os 40 graus já não incomodavam. Eu estava quente.
Eu pensei o que faria em Istambul para ali viver e aprender a língua:
'Trabalha em um bar!', disse Tarek o turco legal que aprendeu coreano fazendo o mesmo na Coréia do Sul.
Istambul é linda e fiz tantos amigos bons que não encarei uma viagem de 28 horas para Capadócia.
Preferi os novos indivíduos a um balão solitário.
Comprei mil e uma coisas coloridas, todas pechinchando o máximo e apaixonadamente como os turcos fazem.
Tenho que voltar à Turquia para ficar daquele jeito que estive:
Apaixonada!
O amor.
É!
O amor deve ser cego, mesmo!
Eu juro que não entendo:
- Mulher que engravida para segurar o homem e casar.
- Mulher que espera homem sair da prisão para continuar um relacionamento.
- Uma mulher que está em um relacionamento mediano e decide ter um filho.
É um desespero emocional que eu não entendo...
Não entendo.
Sinto muito, mas eu não entendo.
O amor deve ser cego, mesmo!
Eu juro que não entendo:
- Mulher que engravida para segurar o homem e casar.
- Mulher que espera homem sair da prisão para continuar um relacionamento.
- Uma mulher que está em um relacionamento mediano e decide ter um filho.
É um desespero emocional que eu não entendo...
Não entendo.
Sinto muito, mas eu não entendo.
Fatos.
Eu adoro fatos.
Aliás, é a discussão principal com a minha chefe:
Só me venha reclamar citando examplos ou fatos.
Não me venha com achismos!
Eu não aceito!
Ela pode ser a chefe que for, mas aqui não tem hierarquia e você depende de mim para vender o seu produto, então só me venha com fatos.
E ela se cala!
No profissional, fatos funcionam e dignificam uma discussão acirrada!
São fatos e não se podem negar.
Já no pessoal, fatos complicam.
Um amigo me perguntou sobre um episódio dele:
A garota saiu com ele e entrou no recinto, mas avisou: 'Aqui não podemos nos tocar, ou nos beijar!'
Ele disse que não entendeu e me perguntou o porquê. Será que tinha outro por lá, ele achava.
Eu disse:
'Ou isso, ou ela estava com vergonha de você!'
Ele: 'Isso é impossível! Ninguém tem vergonha de mim.'
Eu fui e disse um fato:
'Uma vez um fulano saiu comigo, e não queria sentar na mesa da frente do bar, aquela que via a rua. Ele olhou o tempo todo para dentro do bar enquanto falava. Ou ele tinha medo de alguém vê-lo comigo, ou não queria ser visto comigo por vergonha, já que eu era mais velha que ele.'
O amigo não aceitou.
Não entendeu a moral da história e achou que eu só falava de mim mesma.
Não, neguinho.
Eu só tô te mostrando um exemplo.
Diz aí o que tu acha da minha situação e depois aponta o espelho para ti mesmo.
O problema é que o espelho da gente é sempre mais bonito e mais limpo.
Fatos não funcionam no emocional.
Afinal, com você será diferente.
Não é?
Aliás, é a discussão principal com a minha chefe:
Só me venha reclamar citando examplos ou fatos.
Não me venha com achismos!
Eu não aceito!
Ela pode ser a chefe que for, mas aqui não tem hierarquia e você depende de mim para vender o seu produto, então só me venha com fatos.
E ela se cala!
No profissional, fatos funcionam e dignificam uma discussão acirrada!
São fatos e não se podem negar.
Já no pessoal, fatos complicam.
Um amigo me perguntou sobre um episódio dele:
A garota saiu com ele e entrou no recinto, mas avisou: 'Aqui não podemos nos tocar, ou nos beijar!'
Ele disse que não entendeu e me perguntou o porquê. Será que tinha outro por lá, ele achava.
Eu disse:
'Ou isso, ou ela estava com vergonha de você!'
Ele: 'Isso é impossível! Ninguém tem vergonha de mim.'
Eu fui e disse um fato:
'Uma vez um fulano saiu comigo, e não queria sentar na mesa da frente do bar, aquela que via a rua. Ele olhou o tempo todo para dentro do bar enquanto falava. Ou ele tinha medo de alguém vê-lo comigo, ou não queria ser visto comigo por vergonha, já que eu era mais velha que ele.'
O amigo não aceitou.
Não entendeu a moral da história e achou que eu só falava de mim mesma.
Não, neguinho.
Eu só tô te mostrando um exemplo.
Diz aí o que tu acha da minha situação e depois aponta o espelho para ti mesmo.
O problema é que o espelho da gente é sempre mais bonito e mais limpo.
Fatos não funcionam no emocional.
Afinal, com você será diferente.
Não é?
O chato 1 !
O chato-mor para mim é aquele que canta junto com a canção.
Principalmente, em um show musical.
Você paga um ingresso para ouvir o artista, mas ouve o fã!
Ah, caralho....
Canta alto e se n]ao for ao vivo, e você não souber de quem é a música ele diz o cd, o artista e detalhes a mais.
Supremacia na informação musical!
Que cú!
Sai de perto, chatão.
Ou pior... vamos em grupo para um bar, aí toca uma música após '...take a walk on the wild side...'...
Ele interrompe a conversa sobre outra coisa, e diz:
- É Lou Reed!
E eu penso:
'Ta-pa-do! Lógico que é idiota. É um disco tocado em ordem.. Te concentra na conversa e pára de falar merda!'
Ah!
Gente irritante!
Principalmente, em um show musical.
Você paga um ingresso para ouvir o artista, mas ouve o fã!
Ah, caralho....
Canta alto e se n]ao for ao vivo, e você não souber de quem é a música ele diz o cd, o artista e detalhes a mais.
Supremacia na informação musical!
Que cú!
Sai de perto, chatão.
Ou pior... vamos em grupo para um bar, aí toca uma música após '...take a walk on the wild side...'...
Ele interrompe a conversa sobre outra coisa, e diz:
- É Lou Reed!
E eu penso:
'Ta-pa-do! Lógico que é idiota. É um disco tocado em ordem.. Te concentra na conversa e pára de falar merda!'
Ah!
Gente irritante!
Single.
É o novo status que eu e Tristan dispomos em nossas páginas de facebook!
Comum acordo de que, talvez, em um casamento tão disperso como o nosso, a solução seria de ser publicamente solteiros.
Entendeu?
Nem eu!
Mas, achei o máximo, ótimo!
Foi a solução para destensionar uma relação de 3 anos de namoro e 4 anos de casamento.
Tudo mudou, inclusive, o lugar onde moramos.
Ao final do ano, nós decidiremos se gostamos ou não de ser solteiros, ou se preferimos pôr de novo os anéis nos anelares.
Eu agora sou single!
Comum acordo de que, talvez, em um casamento tão disperso como o nosso, a solução seria de ser publicamente solteiros.
Entendeu?
Nem eu!
Mas, achei o máximo, ótimo!
Foi a solução para destensionar uma relação de 3 anos de namoro e 4 anos de casamento.
Tudo mudou, inclusive, o lugar onde moramos.
Ao final do ano, nós decidiremos se gostamos ou não de ser solteiros, ou se preferimos pôr de novo os anéis nos anelares.
Eu agora sou single!
Virando a página!
Joguei três cartas no mar esta semana.
É como eu faço o meu enterro pessoal de alguém!
Entreguei ao mar.
Leva!
Pra longe!
O tempo fechou por aqui, cinzento, frio, nada como Istambul.
Porém, o ritmo é de virada de página.
Tudo ficou para trás.
Talvez, seja a mudança de lugar.
Nunca notei como tinha objeto desnecessário dentro daquele apartamento velho.
Poeira, tinha tanta poeira.
Tudo que não foi usado em 12 meses foi embora.
E toda vez que me livro dessas amarras, desse lundum, dessa carga, renasce Maria, com uma libido fora do normal.
Vontade de viver!
Viva!
Viva!
Viva e ativa!
É como eu faço o meu enterro pessoal de alguém!
Entreguei ao mar.
Leva!
Pra longe!
O tempo fechou por aqui, cinzento, frio, nada como Istambul.
Porém, o ritmo é de virada de página.
Tudo ficou para trás.
Talvez, seja a mudança de lugar.
Nunca notei como tinha objeto desnecessário dentro daquele apartamento velho.
Poeira, tinha tanta poeira.
Tudo que não foi usado em 12 meses foi embora.
E toda vez que me livro dessas amarras, desse lundum, dessa carga, renasce Maria, com uma libido fora do normal.
Vontade de viver!
Viva!
Viva!
Viva e ativa!
Um encontro com Pharrell.
Brighton tem dessas coisas.
Tudo aqui é de última hora, no improviso...
Divulgação, ou notinha em jornal do comércio, ou no the argus, jornal local?
Não, não tem...
Aliás, a notícia aqui é sempre no passado. Verbo no passado, sempre.
Ninguém antecipa nada....
E foi assim que eu tive um encontro inesperado com Pharrell no meio da praia.
Eu procurei pelo show do Sr. Williams pela internet na semana anterior e ele do lado da minha casa.
Só em Brighton.
Saio para dar uma voltinha na praia, e a Vodafone, companhia telefônica, promovia uma competição musical para voto público de melhor banda.
O palco era fenomenal.
Mas, durante toda a semana quem montou não soube dizer para o que era aquilo.
Eis que a entrada é de graça, em um sábado pela manhã, e no palco os dois bateristas do N.E.R.D começam a tocar.
Olhei a credencial chique dada na praia e li o nome da banda pensando na hora: 'Porra, Pharrell vai cantar!!!'
Nego lindo da porra!
E eu fiquei lá, olhando ele de perto, sempre com uma corzinha vermelha de roupa a usar... 35 anos e corpinho com carinha de 19.
Esqueci tudo na hora!
ô, nego lindo!
Nem gostei das músicas, mas é sempre bom olhar um homem bonito.
Alegra o seu dia.
Tudo aqui é de última hora, no improviso...
Divulgação, ou notinha em jornal do comércio, ou no the argus, jornal local?
Não, não tem...
Aliás, a notícia aqui é sempre no passado. Verbo no passado, sempre.
Ninguém antecipa nada....
E foi assim que eu tive um encontro inesperado com Pharrell no meio da praia.
Eu procurei pelo show do Sr. Williams pela internet na semana anterior e ele do lado da minha casa.
Só em Brighton.
Saio para dar uma voltinha na praia, e a Vodafone, companhia telefônica, promovia uma competição musical para voto público de melhor banda.
O palco era fenomenal.
Mas, durante toda a semana quem montou não soube dizer para o que era aquilo.
Eis que a entrada é de graça, em um sábado pela manhã, e no palco os dois bateristas do N.E.R.D começam a tocar.
Olhei a credencial chique dada na praia e li o nome da banda pensando na hora: 'Porra, Pharrell vai cantar!!!'
Nego lindo da porra!
E eu fiquei lá, olhando ele de perto, sempre com uma corzinha vermelha de roupa a usar... 35 anos e corpinho com carinha de 19.
Esqueci tudo na hora!
ô, nego lindo!
Nem gostei das músicas, mas é sempre bom olhar um homem bonito.
Alegra o seu dia.
Thursday, 7 August 2008
O desespero da solidão.
Poucos entendem!
Pouquíssimos....
E não é simples entender!
Vou explicar:
Ontem, chegou a notícia na hora do almoço de alguém que saiu mais cedo pois tinha ido ver o corpo do amigo que se suicidou no dia anterior.
Eu não conhecia a pessoa. Ainda bem. Mas não deixei de sofrer, do mesmo jeito.
Seu corpo ser encontrado dias depois.
Recebi a notícia da boca de uma brasileira com opinião que me disse: 'tava com passagem comprada para o Brasil, mas disse ao amigo que não estava aguentando. Ele se matou, pode?'
Olhei no olho dela e falei uma palavra como resposta: 'Pode!'
E não falei mais nada.
Por quê o que ela não entende, somente poucos entendem.
O desespero de uma solidão.
Aliás, tem uma turminha por aí que fala de uma dúvida atual que eles têm:
'Será que eu sou bipolar?'
Gente!
A mão na consciência....
S'il te plâit!
Ser bipolar é algo digno de preocupação, acompanhamento médico, remédio controlado e atenção contínua.
E brincar de ser simplista nestas horas não é nem engraçado.
Aliás, mais uma...
Falando de solidão, é bom ver que quando as pessoas precisam de você, você atende telefone, acode, sacode, ajuda, defende, indica, fica do lado, liga, olha no olho, passa 40 minutos escrevendo um e-mail e dá amor que você nem sabia que tinha.
Quando você precisa... Hummmmm....
Cadê?
Você ouve um: 'Ah, não se preocupa não! Eu já tô bem!'
Parabéns para você, ser insensível!!!
Meu respeito por você diminuiu consideravelmente.
É no momento de 0,1%!
Quase nada.
Só não é nada por quê você não é um inseto.
Senão, eu matava!
Pouquíssimos....
E não é simples entender!
Vou explicar:
Ontem, chegou a notícia na hora do almoço de alguém que saiu mais cedo pois tinha ido ver o corpo do amigo que se suicidou no dia anterior.
Eu não conhecia a pessoa. Ainda bem. Mas não deixei de sofrer, do mesmo jeito.
Seu corpo ser encontrado dias depois.
Recebi a notícia da boca de uma brasileira com opinião que me disse: 'tava com passagem comprada para o Brasil, mas disse ao amigo que não estava aguentando. Ele se matou, pode?'
Olhei no olho dela e falei uma palavra como resposta: 'Pode!'
E não falei mais nada.
Por quê o que ela não entende, somente poucos entendem.
O desespero de uma solidão.
Aliás, tem uma turminha por aí que fala de uma dúvida atual que eles têm:
'Será que eu sou bipolar?'
Gente!
A mão na consciência....
S'il te plâit!
Ser bipolar é algo digno de preocupação, acompanhamento médico, remédio controlado e atenção contínua.
E brincar de ser simplista nestas horas não é nem engraçado.
Aliás, mais uma...
Falando de solidão, é bom ver que quando as pessoas precisam de você, você atende telefone, acode, sacode, ajuda, defende, indica, fica do lado, liga, olha no olho, passa 40 minutos escrevendo um e-mail e dá amor que você nem sabia que tinha.
Quando você precisa... Hummmmm....
Cadê?
Você ouve um: 'Ah, não se preocupa não! Eu já tô bem!'
Parabéns para você, ser insensível!!!
Meu respeito por você diminuiu consideravelmente.
É no momento de 0,1%!
Quase nada.
Só não é nada por quê você não é um inseto.
Senão, eu matava!
Monday, 4 August 2008
Perdendo tudo.
Ando perdendo muito.
Perdendo a calma, o juízo, dinheiro na rua, oportunidades...
Perdendo...
Perdi até a fome estes dias.
Estou em pé devido à pílulas de Echinacea e multi-vitaminas, tomates e suco de laranja.
Entrei em contenção de gastos, e vim andando para o trabalho....
Pobre!
Tão pobre....
Estamos mudando de endereço esse final de semana, e para completar estou dando metade dos meus livros.
Tão triste é dar os livros que se compra.
Mas, é a constatação de que você é uma andarilha.
Que não pode se apegar a nada. Senão, fica triste.
Estou cada vez mais cigana, e achando que estou perdendo as coisas, o controle.
Sociedade materialista filha da puta, que me faz acreditar nisso.
Resolvi dar.
Vou dar tudo!
Ficar com 4 malinhas.... Dar roupa, livro, sapato...
Não tudo, lógico!
Mas metade da tralha tem que ir!
Quem sabe eu ganho mais na frente.
Ou não!
Perdendo a calma, o juízo, dinheiro na rua, oportunidades...
Perdendo...
Perdi até a fome estes dias.
Estou em pé devido à pílulas de Echinacea e multi-vitaminas, tomates e suco de laranja.
Entrei em contenção de gastos, e vim andando para o trabalho....
Pobre!
Tão pobre....
Estamos mudando de endereço esse final de semana, e para completar estou dando metade dos meus livros.
Tão triste é dar os livros que se compra.
Mas, é a constatação de que você é uma andarilha.
Que não pode se apegar a nada. Senão, fica triste.
Estou cada vez mais cigana, e achando que estou perdendo as coisas, o controle.
Sociedade materialista filha da puta, que me faz acreditar nisso.
Resolvi dar.
Vou dar tudo!
Ficar com 4 malinhas.... Dar roupa, livro, sapato...
Não tudo, lógico!
Mas metade da tralha tem que ir!
Quem sabe eu ganho mais na frente.
Ou não!
Todo mundo pode ser sexy.
As chinesas são sérias com um sorriso na maior parte do tempo.
Minha chefe, e quatro outras por aqui, sempre sorriem! Sempre! Sempre! Sempre!
Povo feliz!
Mas não é genuíno.
Um sorriso diplomático que nunca me soa muito verdadeiro.
É para mim somente uma disfarçatez de sentimentos, pensamentos.
Por exemplo, elas olham para você e pensam: 'rapariga!'.
Mas, na contra-mão, sorriem e perguntam como você está!
E eu nunca as vi se comportando de maneira sexy, ou tentando ser sensual.
Hoje, eu vi.
O olhar é o básico: são de soslaio, ou abaixam o queixo e submissamente olham de uma posição mais baixa para o tal acima. Olhos de gatinho piscando várias vezes. Quase infantil. Meigas.
O andar muda.
Não chegam a rebolar, não tem 'ginga', mas o movimento circular se pronuncia e as mãos se levantam um pouco do lado dos quadris. Tal qual a sambista na hora do samba.
Ou nem tanto...
E o sorriso é o típico visto em filmes chineses, porém nem tanto com a mão que cobre os dentes.
Apenas, tão envergonhado quanto.
No final das contas, feio, gordo, magro, velho, novo, ou até tímido pode ser sexy. Todo mundo pode ser sexy.
Tudo depende do modo como você faz a sua sensualidade ser vista.
Minha chefe, e quatro outras por aqui, sempre sorriem! Sempre! Sempre! Sempre!
Povo feliz!
Mas não é genuíno.
Um sorriso diplomático que nunca me soa muito verdadeiro.
É para mim somente uma disfarçatez de sentimentos, pensamentos.
Por exemplo, elas olham para você e pensam: 'rapariga!'.
Mas, na contra-mão, sorriem e perguntam como você está!
E eu nunca as vi se comportando de maneira sexy, ou tentando ser sensual.
Hoje, eu vi.
O olhar é o básico: são de soslaio, ou abaixam o queixo e submissamente olham de uma posição mais baixa para o tal acima. Olhos de gatinho piscando várias vezes. Quase infantil. Meigas.
O andar muda.
Não chegam a rebolar, não tem 'ginga', mas o movimento circular se pronuncia e as mãos se levantam um pouco do lado dos quadris. Tal qual a sambista na hora do samba.
Ou nem tanto...
E o sorriso é o típico visto em filmes chineses, porém nem tanto com a mão que cobre os dentes.
Apenas, tão envergonhado quanto.
No final das contas, feio, gordo, magro, velho, novo, ou até tímido pode ser sexy. Todo mundo pode ser sexy.
Tudo depende do modo como você faz a sua sensualidade ser vista.
Os detalhes.
Um relacionamento é, com certeza, feito de detalhes.
Você pode conhecer alguém novo, e essa pessoa primar pelo seu bem-estar desde o começo.
Ela vai fazer com que você se sinta muito bem, com que todos tratem você bem, com que você esteja protegida, por mais forte que você aparente ser.
Ela vai discordar de você, ou rir da sua ironia, ou concordar com seu ponto de vista e gargalhar junto.
Ou simplesmente, notar a sua ida e vinda de mente e advertir antes que você solte uma palavra: 'Hey, play it nice!'
E você se acalma.
Por quê era tudo que você queria.
Alguém que segurasse a sua cabeça e dissesse: 'Calma!'.
Docemente e falando baixo.
Eu só não entendo como as melhores pessoas podem estar tão longe.
Literalmente, do outro lado do mundo.
Você pode conhecer alguém novo, e essa pessoa primar pelo seu bem-estar desde o começo.
Ela vai fazer com que você se sinta muito bem, com que todos tratem você bem, com que você esteja protegida, por mais forte que você aparente ser.
Ela vai discordar de você, ou rir da sua ironia, ou concordar com seu ponto de vista e gargalhar junto.
Ou simplesmente, notar a sua ida e vinda de mente e advertir antes que você solte uma palavra: 'Hey, play it nice!'
E você se acalma.
Por quê era tudo que você queria.
Alguém que segurasse a sua cabeça e dissesse: 'Calma!'.
Docemente e falando baixo.
Eu só não entendo como as melhores pessoas podem estar tão longe.
Literalmente, do outro lado do mundo.
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