...positiva, inocente...
Eu adoraria ser assim!
Amaria pensar que o iraniano que senta em frente a mim é um homem com ética impecável e imparcial. Se eu conseguisse e sorrisse para ele com positivismo, ele me acharia doce.
Ao invés disso, quando ele faz um comentário sobre alguém, ou elogia uma mulher na minha frente, eu olho no fundo do olho dele, sem rir, e ele se entrega: ou olha para cima, ou lambe os lábios, ou dá de ombros. Ele sabe que eu já vi o desprezo, a luxúria ou a indiferença dele nas palavras e afirma o que sentiu depois. Sempre ri e diz: 'Maria, Maria...'
Pedi para uma amiga me definir em algumas palavras. Aquela pergunta típica das entrevistas de trabalho: como os seus amigos te definem?
Ela respondeu: entusiasta, inteligente, linda e cheia de vida.
Essa é amiga, mesmo! E sendo de escorpião, eu até acreditei nela.
Mas ninguém me define como doce.
Aliás, a última vez que eu ouvi essa palavra foi em uma frase ao revès: 'Eu prefiro você quando você fica doce, assim!'
Nem era doçura, era cansaço, eram 12h30 após vários beijos sem fim e um dia longo de trabalho.
Eu queria dormir e já tinha jogado a toalha.
Ele, no entanto, preferiu a calada, de olho baixo e 'doce'.
Adoraria corresponder à expectativa, conformar-me com o que tenho, aceitar o mínimo de bom grado, achar que já tenho tudo!
Seria muito mais fácil.. eu não ficaria na busca incessante. Pero, yo me aburro... É tudo tão chato...
E busco coisas novas o tempo todo. Agressivamente. Fuçando o novo!
E não consigo ser doce.
Não é a minha natureza.
Eu não sou docinho.
Eu sou rapadura e a doçura só vem ao final.
Tuesday, 27 January 2009
O Rei de Ouros! II
Este homem está cutucando a onça com uma vara curta e fina.
Eu, se fosse ele, não faria isso...
Ele só terá validade caso se apresente por espontânea vontade. Vai ter que suar..
Vá!
Mostre ao que você vem de uma vez por todas e pare de aparecer todos os dias de tão longe.
Eu, se fosse ele, não faria isso...
Ele só terá validade caso se apresente por espontânea vontade. Vai ter que suar..
Vá!
Mostre ao que você vem de uma vez por todas e pare de aparecer todos os dias de tão longe.
Pessoal!
E para contradizer o pensamento anterior: vamos ao pessoal!
Hoje, eu escrevo para você!
Que traduz pela internet o que eu escrevo... Quando eu soube, arregalei os olhos, tomei um susto.
É um esforço que me faz pensar em você cada vez mais...
Eu amo você!
Você sabia disso?
Olha, como as frases estão curtas?
Você consegue entender esse português básico?
Vou ser simples:
Não importa o que passou, o que aconteceu entre nós.
Não importa se hoje você está longe.
Não importa se não nos vemos há 2 meses.
Eu quero que você fique bem!
Eu admiro você.
Rio sozinha na rua daquelas piadas antigas como a dos 'animais', ou a do 'credit crunch', ou da sua 'psicologia zero', ou das crianças que viajavam de pijama e chupeta prontas para dormir com seus amigos em um avião e tinham mais regalias que você, homem de um dito sucesso.
Eu espero que você hoje esteja bem.
Eu perdôo você.
Não preciso ser sua amiga, não vou implorar, não vou ligar, não vou falar.
Mas amo você!
Eu amo muito você!
Hoje, eu escrevo para você!
Que traduz pela internet o que eu escrevo... Quando eu soube, arregalei os olhos, tomei um susto.
É um esforço que me faz pensar em você cada vez mais...
Eu amo você!
Você sabia disso?
Olha, como as frases estão curtas?
Você consegue entender esse português básico?
Vou ser simples:
Não importa o que passou, o que aconteceu entre nós.
Não importa se hoje você está longe.
Não importa se não nos vemos há 2 meses.
Eu quero que você fique bem!
Eu admiro você.
Rio sozinha na rua daquelas piadas antigas como a dos 'animais', ou a do 'credit crunch', ou da sua 'psicologia zero', ou das crianças que viajavam de pijama e chupeta prontas para dormir com seus amigos em um avião e tinham mais regalias que você, homem de um dito sucesso.
Eu espero que você hoje esteja bem.
Eu perdôo você.
Não preciso ser sua amiga, não vou implorar, não vou ligar, não vou falar.
Mas amo você!
Eu amo muito você!
Nada é pessoal!!!
As pessoas precisam aprender isso!
Meus amigos entendem isso! Nada é pessoal! Eu falo diretamente.
Chamem-me de egoísta! Mas, eu falo de mim... Eu gosto de falar de mim! Gosto!
Não de você, não para você! Não é pessoal...
A carapuça serviu? Coincidências.... Tem uma fulana aqui que pensou a mesma coisa que você aí, olha?
Ou você escreveu, e eu pensei diferente. E tenho na listagem dos blogs que eu leio, vários com os quais eu não concordo, mas eu leio. Flexibilidade é necessária nesta vida.
Você pode falar? Então, fale! Escrever, então... Nossa! Tem tanta gente analfabeta nesse mundo...
Escreva!
Não sou psicóloga, minha mãe que é!
Não estou dando recado, não estou dando conselho...
Uma que ouvi essa semana:
'Ah, mas morar fora do País também não é esse conto de fadas, né? O salário mal dá para pagar o aluguel e as coisas são difíceis'....
E eu fiquei pensando porquê eu ouvi isso... Havia uma mensagem subliminar, ali???
A pessoa pensou talvez que eu estivesse me gabando quando eu disse o que fiz semana passada. E depois ela explicou que ouviu isso da mulher do pai dela em Londres em 1997.
E eu notei que não era pessoal. Não podia ser porquê a experiência dela estava caduca, velha, e era singular. Não formava nem um estudo sobre a afirmação.
Pelo menos, a pessoa não foi aquela outra que disse:
'Aê, Maria Hildaa!!! Cheia das libras!!!!'
A fama de rica é corriqueira... Também com 3 empregos e um Ebay, né, negão?!
Se não ganhar dinheiro é idiota!
E não é pessoal, ninguém aqui tá brincando de 'marré desci', pega-pega, não!
Esse blog é meu para eu dizer o que eu quero, e penso sozinha, de longe, olhando, olhando e sem falar nada!
Por quê quem fala o quer, ouve o que não quer... E eu sei ouvir o que eu não quero.
Não é pessoal. E como o adversário de Don Corleone diz no Godfather: 'It's not personal, it's business!'
E por quê o silêncio é de ouro.
As situações que vivo estão em todos os lugares.
Todo mundo pensa muitas coisas, pouquíssimos são originais.
Nada escrito aqui nesse blog é pessoal!
Meus amigos entendem isso! Nada é pessoal! Eu falo diretamente.
Chamem-me de egoísta! Mas, eu falo de mim... Eu gosto de falar de mim! Gosto!
Não de você, não para você! Não é pessoal...
A carapuça serviu? Coincidências.... Tem uma fulana aqui que pensou a mesma coisa que você aí, olha?
Ou você escreveu, e eu pensei diferente. E tenho na listagem dos blogs que eu leio, vários com os quais eu não concordo, mas eu leio. Flexibilidade é necessária nesta vida.
Você pode falar? Então, fale! Escrever, então... Nossa! Tem tanta gente analfabeta nesse mundo...
Escreva!
Não sou psicóloga, minha mãe que é!
Não estou dando recado, não estou dando conselho...
Uma que ouvi essa semana:
'Ah, mas morar fora do País também não é esse conto de fadas, né? O salário mal dá para pagar o aluguel e as coisas são difíceis'....
E eu fiquei pensando porquê eu ouvi isso... Havia uma mensagem subliminar, ali???
A pessoa pensou talvez que eu estivesse me gabando quando eu disse o que fiz semana passada. E depois ela explicou que ouviu isso da mulher do pai dela em Londres em 1997.
E eu notei que não era pessoal. Não podia ser porquê a experiência dela estava caduca, velha, e era singular. Não formava nem um estudo sobre a afirmação.
Pelo menos, a pessoa não foi aquela outra que disse:
'Aê, Maria Hildaa!!! Cheia das libras!!!!'
A fama de rica é corriqueira... Também com 3 empregos e um Ebay, né, negão?!
Se não ganhar dinheiro é idiota!
E não é pessoal, ninguém aqui tá brincando de 'marré desci', pega-pega, não!
Esse blog é meu para eu dizer o que eu quero, e penso sozinha, de longe, olhando, olhando e sem falar nada!
Por quê quem fala o quer, ouve o que não quer... E eu sei ouvir o que eu não quero.
Não é pessoal. E como o adversário de Don Corleone diz no Godfather: 'It's not personal, it's business!'
E por quê o silêncio é de ouro.
As situações que vivo estão em todos os lugares.
Todo mundo pensa muitas coisas, pouquíssimos são originais.
Nada escrito aqui nesse blog é pessoal!
Monday, 26 January 2009
Amizade entre homem e mulher.
Sim, pode existir!
Sim, pode haver uma fricção, uma admiração, um elogio... mas isso é normal entre o sexo oposto!
Confundir uma banal diferença entre os sexos com um amor, ou uma cantada, aí já é idiotice.... Sejamos menos importante, né? Sejamos menos românticas, né?
'Só danço com quem sabe dançar!', falei para uma amiga, justificando minha falta nas aulas de salsa que ela vai.
Ela ficou atônita!
É a mesma coisa com a amizade.
Só sou amiga de quem admiro... No mais, eu conheço, divido momentos...
Então, é normal que eu elogie quem eu admiro, que eu note que tá mais magro, que cite qualidades, que tome conta, que tenha ciúmes, que tire uma onda e diga 'mas tu tás gostoso, visse?'
Seja de qual sexo for!
E, tenho muitos amigos homens que entendem isso! Aliás, amigos não têm mistério nenhum, e isso acaba em metade a reserva de erotismo... Vira qualquer um! Nem dá tempo de paquerar... 'Ah, é fulano!', você pensa.
Aliás, os rapazes que não acreditam em amizade entre homens e mulheres nunca mais me ligaram... Ouviram uns forinhas dados por mim para às suas sutis investidas, e botaram os rabos entres as pernas! Sumiram!
Conto agora 3 na minha mão.
Hoje, eu notei porquê eles sumiram...
E eu nem vou ligar de volta... Dá margem à fantasia de que 'realmente' talvez existisse uma coisa entre nós.
E não existiu!
Eu tenho a regra dos 5 minutos, e eles todos sabem disso por que eu dizia na cara: 'você não passou no teste, gato!'.
Agora, se você não sabe encarar a investida de um homem, ou ruboriza com um elogio de um macho não-gay, talvez seja você que deveria pensar sobre isso.
Será que você anda vulnerável....
?
Sim, pode haver uma fricção, uma admiração, um elogio... mas isso é normal entre o sexo oposto!
Confundir uma banal diferença entre os sexos com um amor, ou uma cantada, aí já é idiotice.... Sejamos menos importante, né? Sejamos menos românticas, né?
'Só danço com quem sabe dançar!', falei para uma amiga, justificando minha falta nas aulas de salsa que ela vai.
Ela ficou atônita!
É a mesma coisa com a amizade.
Só sou amiga de quem admiro... No mais, eu conheço, divido momentos...
Então, é normal que eu elogie quem eu admiro, que eu note que tá mais magro, que cite qualidades, que tome conta, que tenha ciúmes, que tire uma onda e diga 'mas tu tás gostoso, visse?'
Seja de qual sexo for!
E, tenho muitos amigos homens que entendem isso! Aliás, amigos não têm mistério nenhum, e isso acaba em metade a reserva de erotismo... Vira qualquer um! Nem dá tempo de paquerar... 'Ah, é fulano!', você pensa.
Aliás, os rapazes que não acreditam em amizade entre homens e mulheres nunca mais me ligaram... Ouviram uns forinhas dados por mim para às suas sutis investidas, e botaram os rabos entres as pernas! Sumiram!
Conto agora 3 na minha mão.
Hoje, eu notei porquê eles sumiram...
E eu nem vou ligar de volta... Dá margem à fantasia de que 'realmente' talvez existisse uma coisa entre nós.
E não existiu!
Eu tenho a regra dos 5 minutos, e eles todos sabem disso por que eu dizia na cara: 'você não passou no teste, gato!'.
Agora, se você não sabe encarar a investida de um homem, ou ruboriza com um elogio de um macho não-gay, talvez seja você que deveria pensar sobre isso.
Será que você anda vulnerável....
?
La llamada...
'Quién te llamó el sábado?'
'Bueno..... hummmmm..... no lo sé.... ah, tu?'
'Sí, pero no lo cogistes...'
'Estava duchandome y perdí la llamada. No había una mensaje y sólo se via un número cualquer allí... No iba a llamar de vuelta y preguntar 'quién és?'... um poco ridículo, no?'
'Ya... Sí! Estava en una fiesta y te llamé para saber si quisieras salir o hacer algo..'
'Bueno, entonces ya estamos listos para la próxima llamada, no? Ahora lo sé que eres tu cuando llames...'
'Sí, vále... Ya haremos algo muy pronto..'
'Venga, tengo que irme. Un besito, adiós..'
'Adiós!'
'Bueno..... hummmmm..... no lo sé.... ah, tu?'
'Sí, pero no lo cogistes...'
'Estava duchandome y perdí la llamada. No había una mensaje y sólo se via un número cualquer allí... No iba a llamar de vuelta y preguntar 'quién és?'... um poco ridículo, no?'
'Ya... Sí! Estava en una fiesta y te llamé para saber si quisieras salir o hacer algo..'
'Bueno, entonces ya estamos listos para la próxima llamada, no? Ahora lo sé que eres tu cuando llames...'
'Sí, vále... Ya haremos algo muy pronto..'
'Venga, tengo que irme. Un besito, adiós..'
'Adiós!'
O medo de ser medíocre!
Pode ser o medo de ser ter um blog mesmo se tendo muita vontade, vergonha de aparecer em tal lugar por ser de menos qualidade, se negar a entrar em tal loja barata, ou ter uma página de facebook...
Tem gente que não quer ser vulgar, ser medíocre...
Mesmo sendo.
Gente que se crê original, inteligente, esperta, importante... Que não pode ter essas coisas comuns.
Ou que caracteriza os que têm as 'coisas comuns' como ordinários.
E assim, sabem tudo o que se passa no meu blog, ou não podem entrar em contato comigo após anos de desaparecimento porquê se recusam a entrar no facebook, ou não podem ter a camisa que elogiam porquê não entram na loja barata que eu entro, ou não vivem fora do Brasil porquê se recusam a fazer um trabalho menor do que tanto estudaram para ter.
Quanta impossibilidade....
E depois quem leva a fama de metida sou eu!
Vai entender...
Tem gente que não quer ser vulgar, ser medíocre...
Mesmo sendo.
Gente que se crê original, inteligente, esperta, importante... Que não pode ter essas coisas comuns.
Ou que caracteriza os que têm as 'coisas comuns' como ordinários.
E assim, sabem tudo o que se passa no meu blog, ou não podem entrar em contato comigo após anos de desaparecimento porquê se recusam a entrar no facebook, ou não podem ter a camisa que elogiam porquê não entram na loja barata que eu entro, ou não vivem fora do Brasil porquê se recusam a fazer um trabalho menor do que tanto estudaram para ter.
Quanta impossibilidade....
E depois quem leva a fama de metida sou eu!
Vai entender...
Sunday, 25 January 2009
Tatu bolinha.
Eu pensava que a expressão queria dizer 'engordar', virar tatu bolinha....
É ficar sozinha, escondida!
E cada vez mais estou assim... Meu quartinho de empregada anda mega confortável, coloridinho, com todos os meus mimos, meus ítens favoritos no mundo inteiro.
Um perigo.
Não quero mais sair...
E se receber alguém fico contando os minutos internamente para a pessoa ir embora.
No mês passado, eu não estava assim.
Este fim de semana, sim, eu virei a dona tatu bolinha!
É ficar sozinha, escondida!
E cada vez mais estou assim... Meu quartinho de empregada anda mega confortável, coloridinho, com todos os meus mimos, meus ítens favoritos no mundo inteiro.
Um perigo.
Não quero mais sair...
E se receber alguém fico contando os minutos internamente para a pessoa ir embora.
No mês passado, eu não estava assim.
Este fim de semana, sim, eu virei a dona tatu bolinha!
Nenhuma...
Nem uma!
Nenhuma.... nenhuma compra me faz feliz...
Eu percorro os sites, vejo as novidades.... tenho, já tive, normal, bobagem, mesma coisa...
Não quero mais nenhuma bolsa...
Nenhum sapato.
Não preciso de roupas...
Não quero comida, não quero livros, cds...
não quero revistas, jornais...
não quero comprar nem um passe de ônibus!
Se eu andar, eu tenho mais tempo para mim...
Eu quero somente um pouco de emoção, uma carreira em progresso, um par admirável.
Já tenho o resto.
Não preciso comprar mais nada.
Agora, eu quero receber de bom grado do Universo.
'De presente para você, Maria!'
De antemão, eu já digo: Muito obrigada!
Nenhuma.... nenhuma compra me faz feliz...
Eu percorro os sites, vejo as novidades.... tenho, já tive, normal, bobagem, mesma coisa...
Não quero mais nenhuma bolsa...
Nenhum sapato.
Não preciso de roupas...
Não quero comida, não quero livros, cds...
não quero revistas, jornais...
não quero comprar nem um passe de ônibus!
Se eu andar, eu tenho mais tempo para mim...
Eu quero somente um pouco de emoção, uma carreira em progresso, um par admirável.
Já tenho o resto.
Não preciso comprar mais nada.
Agora, eu quero receber de bom grado do Universo.
'De presente para você, Maria!'
De antemão, eu já digo: Muito obrigada!
Friday, 23 January 2009
O fogo
Hipnotiza!
É capaz de me hipnotizar!!
Sempre foi...
Fogueira, fósforo, isqueiro, vela....
Adoro...
Eis um exercício de respiração para cantores que eu adorava:
soprar a vela até o seu mínimo de chama pelo maior tempo possível... controle de respiração que era igual ao controle da nota cantada.
Hoje, eu durmo olhando para a chama de uma vela...
Acalma.
O fogo anda me viciando.
É capaz de me hipnotizar!!
Sempre foi...
Fogueira, fósforo, isqueiro, vela....
Adoro...
Eis um exercício de respiração para cantores que eu adorava:
soprar a vela até o seu mínimo de chama pelo maior tempo possível... controle de respiração que era igual ao controle da nota cantada.
Hoje, eu durmo olhando para a chama de uma vela...
Acalma.
O fogo anda me viciando.
Monday, 19 January 2009
Cacofonia!
Adoro!
É tão mais charmoso, pessoal.
Esperando ela, ouvindo ele, amando eles...
Lindo, lindo, lindo.
Esse blog não tem regras de português.
Afinal, quem é que entende essas novas regras?
Afe...
É tão mais charmoso, pessoal.
Esperando ela, ouvindo ele, amando eles...
Lindo, lindo, lindo.
Esse blog não tem regras de português.
Afinal, quem é que entende essas novas regras?
Afe...
O Rei de Ouros!
'Ele tem um sorriso lindo! Ele é um doce...'
Ela viu e observou!
Eu sei! Ele acalma, passa tranquilidade.
É estável e não se abala!
Ele sorri!
Eu esperava ele há muito tempo.
Muito!
Um dia, ele entra porta adentro.
Por agora, ele está sob observação.
Eu o observo com toda atenção.
Ela viu e observou!
Eu sei! Ele acalma, passa tranquilidade.
É estável e não se abala!
Ele sorri!
Eu esperava ele há muito tempo.
Muito!
Um dia, ele entra porta adentro.
Por agora, ele está sob observação.
Eu o observo com toda atenção.
Praia ou montanha?
É uma pergunta que se faz para se conhecer alguém:
'Você preferiria as férias na praia ou na montanha?'
Eu prefiro que alguém que me conheceu há anos atrás me pergunte isso, ao invés de falar a seguinte idiotice:
'Eu não me lembro disso, não, Maria Hilda! Aonde é que eu estava?'
Você não estava!!
Há muito tempo você não existe... Você voltou, mas você não se importava, você não existiu naquela época.
Você não me conhece... Este blog explica isso!
Quer 'play on the safe side'?
Pergunte-me:
Maria, você prefere praia ou montanha?
Já é um recomeço.
'Você preferiria as férias na praia ou na montanha?'
Eu prefiro que alguém que me conheceu há anos atrás me pergunte isso, ao invés de falar a seguinte idiotice:
'Eu não me lembro disso, não, Maria Hilda! Aonde é que eu estava?'
Você não estava!!
Há muito tempo você não existe... Você voltou, mas você não se importava, você não existiu naquela época.
Você não me conhece... Este blog explica isso!
Quer 'play on the safe side'?
Pergunte-me:
Maria, você prefere praia ou montanha?
Já é um recomeço.
As disputas!
É simples:
Todo mundo veio do mesmo lugar, fomos para a mesma escola, tivemos as mesmas oportunidades, as mesmas amizades!
A disputa, a inveja, o ranço começam quando os caminhos divergem... quando não se aproveita a oportunidade dada e se 'relaxa', se fica 'sossa' de sossegado!, e fica se olhando de trás o outro que foi para frente.
Haja entendimento humano para não se disputar, viu?
É por isso que meu mantra para mim funciona:
Tudo é uma oportunidade!
Apareceu, eu agarro!
Não relaxo, não!
Todo mundo veio do mesmo lugar, fomos para a mesma escola, tivemos as mesmas oportunidades, as mesmas amizades!
A disputa, a inveja, o ranço começam quando os caminhos divergem... quando não se aproveita a oportunidade dada e se 'relaxa', se fica 'sossa' de sossegado!, e fica se olhando de trás o outro que foi para frente.
Haja entendimento humano para não se disputar, viu?
É por isso que meu mantra para mim funciona:
Tudo é uma oportunidade!
Apareceu, eu agarro!
Não relaxo, não!
Das coisas de que se gosta!
É tão bonito essa maneira Paulo Coelho de começar suas crônicas...
Então, falaremos das coisas de que se gosta!
Das que eu gosto.
Em uma conversa com Karina, atrás do bar do Clube Atlântico, ela que me disse: -vocação é o que se faz desde pirralha!
Vocações se repetem, e sempre as faço ou as tenho com amor ao longo da vida. Elas sempre foram as coisas das quais eu gosto, e que gosto de fazer.
1'. Vender - Foi o meu primeiro emprego e ao longo do tempo eu nem percebi que fazia isso sempre!
Eu vendia os brigadeiros da minha tia na escola, ou na porta da casa da minha avó para ter o título de Rainha do Milho no São João!
Quem arrecadasse mais, ganhava! E eu ganhei por 3 anos seguidos. Aos 17 anos, eu queria trabalhar para ter mais que 10 reais por semana de mesada, e pedi ao namorado de uma amiga da escola para trabalhar na loja dele.
Eu vendia roupas na Bonnie and Clyde do shopping Casa Forte.
Hoje eu vendo cursos de inglês no mundo inteiro, e minha relação com o dinheiro é natural devido a esses ciclos de venda. Venda é adaptar uma necessidade a um valor: você ganha um benefício, e eu ganho a remuneração por lhe dar um benefício.
Durou 1 mês e meio o emprego na loja, até que notei que gostava de outra coisa.
2'. Ensinar - 'Quem não sabe, ensina!'. O ditado está certíssimo... A melhor maneira de se forçar a aprender mais é tentando ensinar. Pode ser algo de que se gosta, ou não, mas explicar, falar com as pessoas, debater até que entendam de várias formas diferente é a melhor maneira de se explorar um assunto.
Aos 19 eu fui professora de inglês, e como mudei de País e ninguém quer aprender inglês de mim, eu ensino o que eles querem, amam e acham bonito: a minha versão da língua portuguesa.
Mas, somente a forma arcaica! As novas regras são mesmo ridículas....
3'- As bolsas - As de quando eu era pequena tinha de ser de plástico e de vynil... Amarelas ou vermelhas ou rosa! Brilhosas, cheias de papéis e canetas, com uma pequena moedeira de plástico dentro, um esmalte e uma pulseira. Típica menina sul-americana!
As de hoje são mais sofisticadas, têm que ser de couro pelo valor de revenda a qualquer hora. Enjoô e ela vai para o Ebay. Há dois anos, vendi no trabalho as bolsas da amiga Lu de Mari, são lindas!
E semana passada, três amigas de baia me perguntaram onde encontro as bolsas que levo.
É um projeto no futuro! Ter capital para ter uma loja de bolsas. De couro, de pano, de plástico, de tecido.... Várias bolsas!
Quer me dar um presente? Que tal uma bolsa nova....
4'- As cartas - Elas nunca mentem! Nunca... Pode demorar, mas acontece! E elas me deixam boquiabertas com as situações inusitadas. Uma amiga recém-conquistada me convenceu a espalhar o dom de lê-las e ajudar as pessoas, ou guiá-las de acordo com as cartas que elas atraem. Minhas cartas me acalmam, eu as vejo todos os dias, acato seus conselhos. Eu as leio, sem preconceito. Quando pequena, eu ouvia 'isto não é coisa de criança', hoje me pedem que eu as leia. Elas são um serviço, uma linguagem. Há anos, estão lá na minha vida... dando conselhos.
As cartas da minha avó, são as mais incríveis. Elas são tão simples e eu demorei tanto a percebê-las.
Agora, que tenho duas clientes que sempre voltam, eu noto: essas leituras devem estar boas!
5'. Cantar - Adoro, adoro, adoro! Não canto mais para qualquer um, como fazia. O palco ficou atrás, em setembro de 2008! Virou uma coisa particular. Às vezes, não sei as letras de umas canções famosas, mas nunca esqueço as minhas, as que eu invento... O canto anda tão esquecido. Mas quando ele vem, é um torpor de emoção, uma névoa mental... Suo, fico leve! Cantar, cantar, cantar! Em coral, sozinha, em conjunto... Cantar! Um dia, esse dom guardado volta! Afinal, o que é do homem o boi não lambe.
É bom descobrir do que se gosta.
Faz a vida mais leve, quando você pensa que está no caminho errado, ou não tem caminhos nenhum.
Eu estou no caminho certo. Longo, porém certo!
Tudo ficará muito bem!
Então, falaremos das coisas de que se gosta!
Das que eu gosto.
Em uma conversa com Karina, atrás do bar do Clube Atlântico, ela que me disse: -vocação é o que se faz desde pirralha!
Vocações se repetem, e sempre as faço ou as tenho com amor ao longo da vida. Elas sempre foram as coisas das quais eu gosto, e que gosto de fazer.
1'. Vender - Foi o meu primeiro emprego e ao longo do tempo eu nem percebi que fazia isso sempre!
Eu vendia os brigadeiros da minha tia na escola, ou na porta da casa da minha avó para ter o título de Rainha do Milho no São João!
Quem arrecadasse mais, ganhava! E eu ganhei por 3 anos seguidos. Aos 17 anos, eu queria trabalhar para ter mais que 10 reais por semana de mesada, e pedi ao namorado de uma amiga da escola para trabalhar na loja dele.
Eu vendia roupas na Bonnie and Clyde do shopping Casa Forte.
Hoje eu vendo cursos de inglês no mundo inteiro, e minha relação com o dinheiro é natural devido a esses ciclos de venda. Venda é adaptar uma necessidade a um valor: você ganha um benefício, e eu ganho a remuneração por lhe dar um benefício.
Durou 1 mês e meio o emprego na loja, até que notei que gostava de outra coisa.
2'. Ensinar - 'Quem não sabe, ensina!'. O ditado está certíssimo... A melhor maneira de se forçar a aprender mais é tentando ensinar. Pode ser algo de que se gosta, ou não, mas explicar, falar com as pessoas, debater até que entendam de várias formas diferente é a melhor maneira de se explorar um assunto.
Aos 19 eu fui professora de inglês, e como mudei de País e ninguém quer aprender inglês de mim, eu ensino o que eles querem, amam e acham bonito: a minha versão da língua portuguesa.
Mas, somente a forma arcaica! As novas regras são mesmo ridículas....
3'- As bolsas - As de quando eu era pequena tinha de ser de plástico e de vynil... Amarelas ou vermelhas ou rosa! Brilhosas, cheias de papéis e canetas, com uma pequena moedeira de plástico dentro, um esmalte e uma pulseira. Típica menina sul-americana!
As de hoje são mais sofisticadas, têm que ser de couro pelo valor de revenda a qualquer hora. Enjoô e ela vai para o Ebay. Há dois anos, vendi no trabalho as bolsas da amiga Lu de Mari, são lindas!
E semana passada, três amigas de baia me perguntaram onde encontro as bolsas que levo.
É um projeto no futuro! Ter capital para ter uma loja de bolsas. De couro, de pano, de plástico, de tecido.... Várias bolsas!
Quer me dar um presente? Que tal uma bolsa nova....
4'- As cartas - Elas nunca mentem! Nunca... Pode demorar, mas acontece! E elas me deixam boquiabertas com as situações inusitadas. Uma amiga recém-conquistada me convenceu a espalhar o dom de lê-las e ajudar as pessoas, ou guiá-las de acordo com as cartas que elas atraem. Minhas cartas me acalmam, eu as vejo todos os dias, acato seus conselhos. Eu as leio, sem preconceito. Quando pequena, eu ouvia 'isto não é coisa de criança', hoje me pedem que eu as leia. Elas são um serviço, uma linguagem. Há anos, estão lá na minha vida... dando conselhos.
As cartas da minha avó, são as mais incríveis. Elas são tão simples e eu demorei tanto a percebê-las.
Agora, que tenho duas clientes que sempre voltam, eu noto: essas leituras devem estar boas!
5'. Cantar - Adoro, adoro, adoro! Não canto mais para qualquer um, como fazia. O palco ficou atrás, em setembro de 2008! Virou uma coisa particular. Às vezes, não sei as letras de umas canções famosas, mas nunca esqueço as minhas, as que eu invento... O canto anda tão esquecido. Mas quando ele vem, é um torpor de emoção, uma névoa mental... Suo, fico leve! Cantar, cantar, cantar! Em coral, sozinha, em conjunto... Cantar! Um dia, esse dom guardado volta! Afinal, o que é do homem o boi não lambe.
É bom descobrir do que se gosta.
Faz a vida mais leve, quando você pensa que está no caminho errado, ou não tem caminhos nenhum.
Eu estou no caminho certo. Longo, porém certo!
Tudo ficará muito bem!
Wednesday, 14 January 2009
'We are not strangers, are we?'
Eu que liguei....
Afinal, falei que ia e não fui. Mas, eu avisei! Pelo menos isso... Mas não foi legal, eu não tinha desculpa... Quebrei minha regra de ser mais social esse ano. Tinha que me desculpar...
E disse:
'Cansei de voltar bêbada e sozinha para casa! Não quis ir e fiquei!'
'Então, por quê você não me pediu para levar você em casa?', ele perguntou.
'Nunca faria isso!', eu respondi.
'Por quê não? Eu levaria você em casa, afinal, não somos estranhos um para o outro, somos?', rebateu.
Continuei: 'É! Eu acho que já te disse muitos nãos..'
Ele: 'É verdade, para mim, sempre é não! Mas eu fiquei feliz que você ligou... Vamos sair outro dia!'
'Sim, vamos! Beijos, xau!', e desliguei....
E ficou estabelecido que eu terei que dizer sim, tentar dizer sim, tentar....
Fazer o quê?
Dizer um eventual, sim!
Afinal, falei que ia e não fui. Mas, eu avisei! Pelo menos isso... Mas não foi legal, eu não tinha desculpa... Quebrei minha regra de ser mais social esse ano. Tinha que me desculpar...
E disse:
'Cansei de voltar bêbada e sozinha para casa! Não quis ir e fiquei!'
'Então, por quê você não me pediu para levar você em casa?', ele perguntou.
'Nunca faria isso!', eu respondi.
'Por quê não? Eu levaria você em casa, afinal, não somos estranhos um para o outro, somos?', rebateu.
Continuei: 'É! Eu acho que já te disse muitos nãos..'
Ele: 'É verdade, para mim, sempre é não! Mas eu fiquei feliz que você ligou... Vamos sair outro dia!'
'Sim, vamos! Beijos, xau!', e desliguei....
E ficou estabelecido que eu terei que dizer sim, tentar dizer sim, tentar....
Fazer o quê?
Dizer um eventual, sim!
Amor, amor, amor...
Amor, casamento, maridinho, IKEA, conta conjunta, 'juntos', 'romântico', 'benhê', 'amorzinho', 'jantarzinho', tudo 'inho', 'fulano ligou! xau!', 'sozinha, não consigo', 'não sei, vou perguntar a fulano como é!'...
Será que só existe esse assunto no mundo?
O amor de parelha? Ou sobre o amor com a sua parelha? Ou sobre amor para com a sua parelha?
Duas cenas que me irritam e eu já falei nesse blog:
- mulher pedindo ajuda ao homem para fazer algo no computador ou mac, e
- mulher pedindo ajuda para abrir uma lata ou frasco de alguma coisa na cozinha.
Estimula o cérebro e bota força nesse braço, gata!
Pelo amor de Deus, sobrevive com honra!
E nenhum dos dois em um casalzinho fala do amor universal ou outra coisa que preste, como crise, notícias, oportunidades, dinheiro, lugares inusitados. Muito pelo contrário: param a linha de pensamento para dizer 'ah, mô, não brinca!'.
Segura a interlocução, gata!
E para falar a verdade, hoje em dia, um casal que se ama exclusivamente um ao outro e nada ou ninguém mais é a coisa mais egoísta desse mundo!
Mais egoísta do que um individualista.
O individualista pelo menos pensa em ir à Àfrica e fazer trabalho voluntário, ser ecologista e tranformar o mundo, viajar o mundo inteiro e ter inúmeros amigos.
Nunca o amor de casal soou tão idiota!
Casalzinhos são a pior companhia.
Mas, eu não falo nada.
Como diz uma amiga: 'MH, você soaria amarga!'.
Só adoro quando ouço de outrem que diz: 'Ah, lá vem aquele casal chato!'
Será que só existe esse assunto no mundo?
O amor de parelha? Ou sobre o amor com a sua parelha? Ou sobre amor para com a sua parelha?
Duas cenas que me irritam e eu já falei nesse blog:
- mulher pedindo ajuda ao homem para fazer algo no computador ou mac, e
- mulher pedindo ajuda para abrir uma lata ou frasco de alguma coisa na cozinha.
Estimula o cérebro e bota força nesse braço, gata!
Pelo amor de Deus, sobrevive com honra!
E nenhum dos dois em um casalzinho fala do amor universal ou outra coisa que preste, como crise, notícias, oportunidades, dinheiro, lugares inusitados. Muito pelo contrário: param a linha de pensamento para dizer 'ah, mô, não brinca!'.
Segura a interlocução, gata!
E para falar a verdade, hoje em dia, um casal que se ama exclusivamente um ao outro e nada ou ninguém mais é a coisa mais egoísta desse mundo!
Mais egoísta do que um individualista.
O individualista pelo menos pensa em ir à Àfrica e fazer trabalho voluntário, ser ecologista e tranformar o mundo, viajar o mundo inteiro e ter inúmeros amigos.
Nunca o amor de casal soou tão idiota!
Casalzinhos são a pior companhia.
Mas, eu não falo nada.
Como diz uma amiga: 'MH, você soaria amarga!'.
Só adoro quando ouço de outrem que diz: 'Ah, lá vem aquele casal chato!'
Estratégia..
A cabeça feminina também funciona assim, com interrogações...
Onde estão os pontos de saída desse lugar?
E se ele for gentil e pedir que eu passe primeiro porta adentro?
E se me cortar em meio ao que eu falo?
E se eu for a primeira da vez?
E se eu for a última e alguém já tiver dito o que eu queria dizer?
Como posso 'enxugar' este pensamento?
Qual adjetivo se encaixa melhor nesse momento?
Quem tem mais poder de decisão entre esses três?
O que quer dizer essa linguagem corporal?
Como eu rebato essa crítica?
É hora de escutar.. Escuto e dou 3 ou 5 segundos de silêncio posteriormente?
Como eu negocio essa opção?
Como eu faço ele sorrir ao final?
Ao final, tudo tem um porquê.
Nada é loucura, tudo tem uma razão.
É só raciocinar antes.
E antes que alguém não entenda, eu digo: não estou falando de amor!
-
Onde estão os pontos de saída desse lugar?
E se ele for gentil e pedir que eu passe primeiro porta adentro?
E se me cortar em meio ao que eu falo?
E se eu for a primeira da vez?
E se eu for a última e alguém já tiver dito o que eu queria dizer?
Como posso 'enxugar' este pensamento?
Qual adjetivo se encaixa melhor nesse momento?
Quem tem mais poder de decisão entre esses três?
O que quer dizer essa linguagem corporal?
Como eu rebato essa crítica?
É hora de escutar.. Escuto e dou 3 ou 5 segundos de silêncio posteriormente?
Como eu negocio essa opção?
Como eu faço ele sorrir ao final?
Ao final, tudo tem um porquê.
Nada é loucura, tudo tem uma razão.
É só raciocinar antes.
E antes que alguém não entenda, eu digo: não estou falando de amor!
-
Tuesday, 13 January 2009
'Desejo que você caia de quatro'
Foi o melhor desejo ou praga de Ano Novo que alguém poderia me rogar.
Adorei!
Ela me olhou ao final de uma noite, e disse no meu ouvido ao final do abraço naquela noite parisiense:
'Prazer em conhecê-la, feliz ano novo, desejo para você que você caia de quatro! Abandone a armadura e caia de quatro!'
Adorei!
E, com certeza, eu vou me deixar levar e cair de quatro. Não tenho a mínima dúvida!
Por um homem que me ofereça soluções e me faça sentir aliviada na minha própria pele.
Sem fingimentos ou abarrotamentos de paixão ou efusões de alegria.
Eu sou assim, você quer?
'Quero!', ele diz! E eu caio de quatro!
Literalmente!
Mas a armadura eu não abandono! Não posso...
Não dá!
Adorei!
Ela me olhou ao final de uma noite, e disse no meu ouvido ao final do abraço naquela noite parisiense:
'Prazer em conhecê-la, feliz ano novo, desejo para você que você caia de quatro! Abandone a armadura e caia de quatro!'
Adorei!
E, com certeza, eu vou me deixar levar e cair de quatro. Não tenho a mínima dúvida!
Por um homem que me ofereça soluções e me faça sentir aliviada na minha própria pele.
Sem fingimentos ou abarrotamentos de paixão ou efusões de alegria.
Eu sou assim, você quer?
'Quero!', ele diz! E eu caio de quatro!
Literalmente!
Mas a armadura eu não abandono! Não posso...
Não dá!
Fútil!
Gente, eu já vivi a rua sem asfalto, o nordeste do Brasil, a violência, a morte dos parentes, a falta de dinheiro, já passei fome fora do País, já dormi em aeroporto por não ter onde ficar, já fiquei de favor na casa dos outros, já pedi ajuda, já fui cobrada a ajuda dada na cara, abandonei sonhos, fui mal-amada várias vezes, tive um tumor e casamento desfeito y otras cositas más...
Hoje, eu vivo a abundância!!!!
Sem culpa!
Longe de culpa!
Quem quiser me chamar de fútil, que chame!
Isso não é problema meu!
É problema SEU!
Hoje, eu vivo a abundância!!!!
Sem culpa!
Longe de culpa!
Quem quiser me chamar de fútil, que chame!
Isso não é problema meu!
É problema SEU!
Caixinha de música?
Será isso que esses sites de moda brasileiros querem ser?
Eu sou a típica consumidora da internet. Não vou às lojas, a não ser que eu esteja de férias. Não pego nos produtos. Eu conheço os tecidos, atenho-me à descrição do produto que é a desculpa para um retorno do mesmo, meço desde a minha baia e compro online.
Recebo no meu endereço ao final do dia de trabalho.
Pronto.
Agora, fico eu aqui, louca para consumir um biquíni Hering e ir à Cuba, ou um vestido Redley ou Juliana Jabour, ou uma bolsa, carteira ou sandália Arezzo, e ouço essa musiquinha de merda que tenta acalmar a sujeita ao olhar a coleção?
Que tal investir em uma loja online que seja efetiva?
Sinceramente, essa musiquinha de site é ótima para quem faz esses acordes comerciais e os vende, uma nova fonte de renda para os músicos amigos que moram no Rio de Janeiro, mas não me satisfaz nem um pouco como consumidora.
Eu sou a primeira a sair do site.
Para mim, de tão longe, é uma perda de tempo!
Eu sou a típica consumidora da internet. Não vou às lojas, a não ser que eu esteja de férias. Não pego nos produtos. Eu conheço os tecidos, atenho-me à descrição do produto que é a desculpa para um retorno do mesmo, meço desde a minha baia e compro online.
Recebo no meu endereço ao final do dia de trabalho.
Pronto.
Agora, fico eu aqui, louca para consumir um biquíni Hering e ir à Cuba, ou um vestido Redley ou Juliana Jabour, ou uma bolsa, carteira ou sandália Arezzo, e ouço essa musiquinha de merda que tenta acalmar a sujeita ao olhar a coleção?
Que tal investir em uma loja online que seja efetiva?
Sinceramente, essa musiquinha de site é ótima para quem faz esses acordes comerciais e os vende, uma nova fonte de renda para os músicos amigos que moram no Rio de Janeiro, mas não me satisfaz nem um pouco como consumidora.
Eu sou a primeira a sair do site.
Para mim, de tão longe, é uma perda de tempo!
Friday, 9 January 2009
O estigma da mulher casada.
Tristan nunca esteve tão bem na vida!
Que perfeito! Vida nova para ele!
NY logo, logo, dinheiro entrando adoidado, trabalho todos os dias, roupas e estilo novo, saindo todas as noites, mais magro...
Eu torço por ele!
Quero que ele fique bem. Muito bem!
O engraçado é que enquanto ele está bem, e vai em frente, o estigma da mulher casada me persegue.
Os tradicionalistas nem se importam se eu me dou bem na vida, se sou capaz, contente, livre, independente ou moro sozinha.
Eu sou casada e isso fecha o assunto!
Tristan não tem problemas com nada disso. Aliás, quem é que respeita ex-mulher???!
Ex é ex! Não importa.
Tanto não importa que as novas garotas tentam agradar Tristan falando com ele em português. Que ironia! Depois de eu ter batalhado tanto para ele aprender a língua.
E eu me lembro da minha tia Cida sentada em Recife, na cozinha da minha avó, dando aulas da língua para ele.
Esse texto não é contra Tristan!
Eu fico feliz que ele esteja bem. Muito feliz! Eu sei que ele estando bem, me deixará ser feliz em paz! E é isso que eu quero muito. Paz! E união!
Mas, o estigma de uma mulher que já foi casada é péssimo para os tradicionais, os conservadores. Isso me afeta! Não me pára, mas me afeta!
Esqueçam o casamento, por favor, eu imploro!
Foi uma escolha que não deu certo. Como o curso de jornalismo!
Durou o que pode, mas acabou.
Acreditem! Tristan está bem, muito bem!
E somos amigos.
Agora, me façam o santo favor de me deixar em paz.
Chamem-me de senhorita!
Senhora tá no céu!
Que perfeito! Vida nova para ele!
NY logo, logo, dinheiro entrando adoidado, trabalho todos os dias, roupas e estilo novo, saindo todas as noites, mais magro...
Eu torço por ele!
Quero que ele fique bem. Muito bem!
O engraçado é que enquanto ele está bem, e vai em frente, o estigma da mulher casada me persegue.
Os tradicionalistas nem se importam se eu me dou bem na vida, se sou capaz, contente, livre, independente ou moro sozinha.
Eu sou casada e isso fecha o assunto!
Tristan não tem problemas com nada disso. Aliás, quem é que respeita ex-mulher???!
Ex é ex! Não importa.
Tanto não importa que as novas garotas tentam agradar Tristan falando com ele em português. Que ironia! Depois de eu ter batalhado tanto para ele aprender a língua.
E eu me lembro da minha tia Cida sentada em Recife, na cozinha da minha avó, dando aulas da língua para ele.
Esse texto não é contra Tristan!
Eu fico feliz que ele esteja bem. Muito feliz! Eu sei que ele estando bem, me deixará ser feliz em paz! E é isso que eu quero muito. Paz! E união!
Mas, o estigma de uma mulher que já foi casada é péssimo para os tradicionais, os conservadores. Isso me afeta! Não me pára, mas me afeta!
Esqueçam o casamento, por favor, eu imploro!
Foi uma escolha que não deu certo. Como o curso de jornalismo!
Durou o que pode, mas acabou.
Acreditem! Tristan está bem, muito bem!
E somos amigos.
Agora, me façam o santo favor de me deixar em paz.
Chamem-me de senhorita!
Senhora tá no céu!
Tuesday, 6 January 2009
'Ex é sempre ex, né?!'
Foi ela que me disse isso...
Pura verdade!
É tão bom ser a ex! É a hora da vingança. E ser 'ex' linda e bem-sucedida e sorridente.... porra! cheque-mate!
Qualquer um fica pensando.
Você não é mais a 'puta ciumenta', a 'louca insana', a 'insegura mulher'. Você só remete aos bons momentos!
E como ela mesmo disse:
'Não sei se é papo de jacaré! Mas ele disse que queria me ver!'
Dispensa, gata!
Sinceramente, sai dessa....
Ele não fez esforço e quer ver?
Oxe!
Eu nem esquentava minha cabeça.
Deixa ele pensando na 'louca', na 'puta', na 'insegura', na 'fácil', na puta que ele quiser parir.
Pura verdade!
É tão bom ser a ex! É a hora da vingança. E ser 'ex' linda e bem-sucedida e sorridente.... porra! cheque-mate!
Qualquer um fica pensando.
Você não é mais a 'puta ciumenta', a 'louca insana', a 'insegura mulher'. Você só remete aos bons momentos!
E como ela mesmo disse:
'Não sei se é papo de jacaré! Mas ele disse que queria me ver!'
Dispensa, gata!
Sinceramente, sai dessa....
Ele não fez esforço e quer ver?
Oxe!
Eu nem esquentava minha cabeça.
Deixa ele pensando na 'louca', na 'puta', na 'insegura', na 'fácil', na puta que ele quiser parir.
Lisa
'Tô indo para Cuba. Alguma dica sua?'
Ele: 'Os cubanos são muito parecidos conosco. Fiquei louco, lá. Já tem companhia?'
'Não'
Ele: 'Olhe que eu sou meio pirado!'
'Vamo simbora!'
Ele: 'Se eu me agarrar com você, não solto nunca mais!'
'Sei...'
Ele: 'O problema é que você é muito lisa!'
'O que é ser lisa?'
Ele: 'Escorregadia, fugidia...'
'Realmente, tem sido assim, eu assumo! É tanto critério que a primeira a ir embora sou eu.'
E foi assim que ele me caracterizou. Como 'lisa', 'fugidia'.
O que ele não sabe é que eu fiquei tantas vezes e finquei pé por tantos anos, tantas vezes, que hoje tenho a regra dos 9 e dos 5 minutos.
Não há tempo a perder.
Ele quer que nós tragamos todas as nossas 'malas e bagagens' para uma relação.
Eu quero que uma relação não tenha peso do passado, e sim apenas o eventual da nossa própria.
Eu até acho que é sensato... Mas, ele quer dividir peso.
Eu quero ser leve.
E aí não dá!
Mas poderia ser bom, sim.
É uma pena!
Ele: 'Os cubanos são muito parecidos conosco. Fiquei louco, lá. Já tem companhia?'
'Não'
Ele: 'Olhe que eu sou meio pirado!'
'Vamo simbora!'
Ele: 'Se eu me agarrar com você, não solto nunca mais!'
'Sei...'
Ele: 'O problema é que você é muito lisa!'
'O que é ser lisa?'
Ele: 'Escorregadia, fugidia...'
'Realmente, tem sido assim, eu assumo! É tanto critério que a primeira a ir embora sou eu.'
E foi assim que ele me caracterizou. Como 'lisa', 'fugidia'.
O que ele não sabe é que eu fiquei tantas vezes e finquei pé por tantos anos, tantas vezes, que hoje tenho a regra dos 9 e dos 5 minutos.
Não há tempo a perder.
Ele quer que nós tragamos todas as nossas 'malas e bagagens' para uma relação.
Eu quero que uma relação não tenha peso do passado, e sim apenas o eventual da nossa própria.
Eu até acho que é sensato... Mas, ele quer dividir peso.
Eu quero ser leve.
E aí não dá!
Mas poderia ser bom, sim.
É uma pena!
Monday, 5 January 2009
'Tá lindaaaaaaaaa!'
Olha só....
Quando um amigo desbocado, leonino e gay faz um facebook para ver suas fotos, te adiciona, olha e diz:
'é mesmo! tá lindaaaaaaaaaaaa!'
você até acredita.
De verdade!
Quando um amigo desbocado, leonino e gay faz um facebook para ver suas fotos, te adiciona, olha e diz:
'é mesmo! tá lindaaaaaaaaaaaa!'
você até acredita.
De verdade!
A capable man!
Eu fujo no meio das tardes. Fujo dos telefones, do stress, dos alunos, dos franceses e dos números.
E vou tomar um café no Cocoa.
Sempre a mesma coisa: pagar no caixa adiantado por uma torta amandine e um expresso duplo antes que o local lote.
E de tanto ir ao mesmo lugar, perguntei o nome da dona do local.
Jana, leia-se e diga-se Iana, tcheca de nascimento e moradora solitária de Brighton há quatro anos.
Começamos falando de pérolas. Eu uso um bracelete, ela os brincos solitários da mesma pedra.
Ela me falou das lojas de jóias, Barok na qual a amiga trabalha, e mudamos para o assunto 'línguas'. Eu queria saber se 'Ik ben drovik' era I'm sorry em polonês, ou se em tcheco, ou em russo! Tchecos e poloneses enrolam a língua como os espanhóis e os portugueses, e se entendem, mesmo com línguas diferentes.
Falávamos da neve que deu em Brighton hoje, e do Canadá que seria mais lindo ainda, branquinho e coberto dela... Assim imaginávamos! Ela relatou que as amigas estão lá, o governo canadense chamando mulheres para trabalhar, pois a cidade só tem homens. Eu perguntei que cidade era essa, quero muito saber!
E falamos de stress, de estar ocupada, como estão os negócios, clientela, até que uma de nós disse que precisava sair mais.
Ela soltou: 'Mas esses homens não nos querem! Você diz o que faz e o homem corre! Eles se sentem ameaçados por uma mulher independente, querem ser mais que nós!' - e inflou o peito para mostrar o orgulho que vê nos homens.
Eu adicionei que a alternativa hoje em dia é mentir e virar 'docinho de côco'. Mas eu não faço a linha 'doce'! Estou mais para rapadura. Ela concordou: 'Finji um dia, quando conheci um moço e minhas amigas riram. Sôo ridícula!'. Rimos.
Ela continuou: 'Eu estou há quatro anos sozinha e só vejo homem respondendo que está à procura de um trabalho! Eu não tenho paciência: quando ele começa com o dilema, eu já bufo e saio! Não tenho paciência. Eu só queria um homem capaz, Maria!'
Eu: 'O que é um homem capaz hoje em dia?'
Ela: 'Um homem que trabalhe, estável, que tenha soluções, um homem capaz de fazer as coisas. Eu estou cansada de cuidar de homem! Cansei! Já tive muitos!'
Eu: 'E eu só queria um homem corajoso, um guerreiro. E capaz também!'
Talvez, o 'capaz' dela seja o meu 'prático', 'escoteiro'. O meu homem que troca lâmpada, passa roupa no ferro, cozinha, trabalha e dirige um carro. E se pagar as contas é o homem ideal! Um homem que não traz problema! Somente soma!
Capacidade é somar, oferecer soluções.
Eu e Jana queremos deste jeito. Talvez, o sinônimo de 'capaz' seja 'realizador'.
Um homem que fala e faz.
Ou faz!
E priu.
E vou tomar um café no Cocoa.
Sempre a mesma coisa: pagar no caixa adiantado por uma torta amandine e um expresso duplo antes que o local lote.
E de tanto ir ao mesmo lugar, perguntei o nome da dona do local.
Jana, leia-se e diga-se Iana, tcheca de nascimento e moradora solitária de Brighton há quatro anos.
Começamos falando de pérolas. Eu uso um bracelete, ela os brincos solitários da mesma pedra.
Ela me falou das lojas de jóias, Barok na qual a amiga trabalha, e mudamos para o assunto 'línguas'. Eu queria saber se 'Ik ben drovik' era I'm sorry em polonês, ou se em tcheco, ou em russo! Tchecos e poloneses enrolam a língua como os espanhóis e os portugueses, e se entendem, mesmo com línguas diferentes.
Falávamos da neve que deu em Brighton hoje, e do Canadá que seria mais lindo ainda, branquinho e coberto dela... Assim imaginávamos! Ela relatou que as amigas estão lá, o governo canadense chamando mulheres para trabalhar, pois a cidade só tem homens. Eu perguntei que cidade era essa, quero muito saber!
E falamos de stress, de estar ocupada, como estão os negócios, clientela, até que uma de nós disse que precisava sair mais.
Ela soltou: 'Mas esses homens não nos querem! Você diz o que faz e o homem corre! Eles se sentem ameaçados por uma mulher independente, querem ser mais que nós!' - e inflou o peito para mostrar o orgulho que vê nos homens.
Eu adicionei que a alternativa hoje em dia é mentir e virar 'docinho de côco'. Mas eu não faço a linha 'doce'! Estou mais para rapadura. Ela concordou: 'Finji um dia, quando conheci um moço e minhas amigas riram. Sôo ridícula!'. Rimos.
Ela continuou: 'Eu estou há quatro anos sozinha e só vejo homem respondendo que está à procura de um trabalho! Eu não tenho paciência: quando ele começa com o dilema, eu já bufo e saio! Não tenho paciência. Eu só queria um homem capaz, Maria!'
Eu: 'O que é um homem capaz hoje em dia?'
Ela: 'Um homem que trabalhe, estável, que tenha soluções, um homem capaz de fazer as coisas. Eu estou cansada de cuidar de homem! Cansei! Já tive muitos!'
Eu: 'E eu só queria um homem corajoso, um guerreiro. E capaz também!'
Talvez, o 'capaz' dela seja o meu 'prático', 'escoteiro'. O meu homem que troca lâmpada, passa roupa no ferro, cozinha, trabalha e dirige um carro. E se pagar as contas é o homem ideal! Um homem que não traz problema! Somente soma!
Capacidade é somar, oferecer soluções.
Eu e Jana queremos deste jeito. Talvez, o sinônimo de 'capaz' seja 'realizador'.
Um homem que fala e faz.
Ou faz!
E priu.
Sunday, 4 January 2009
O último brilhante.
O último homem brilhante ao meu coração do ano de 2008 tinha que estar acompanhado.
Não fisicamente, mas em mente.
A mente acompanhada das lembranças da amada por ele ser comprometido.
E quando o homem brilha, eu escuto.
Escuto, escuto.... Silêncio, todos! Eu quero saber o que ele pensa, me interesso pelo mundo dele.
Ele tinha uma voz linda. O timbre era na medida exata, tinha um quê de menino, jovem, mas ele não hesitava. Ele sabia usar o uníssono, ele não cantava as palavras, e nem o sotaque dele o deixava fazê-lo.
Eu não entendi muito o penteado, e quando ele não me olhava eu tentava ver a lógica das mãos após o banho... Tentando entender como ele fez aquilo. Não havia gel, pelo menos. Nunca me engano sobre um homem que usa gel no cabelo: ele é superficial. O brilhante não era assim.
Ele brilhava, afinal.
Aliás, ele já tinha passado na teoria dos 5 minutos. Digo até 5 segundos! Foi realmente automático.
Eu emudeci ao vê-lo sorrindo.
E ele nem me viu. Eu notei de muito longe.
Não falei com ele a noite toda.
Eu não consegui, o encanto estava na minha cara. E até hoje, dias depois eu evito falar no nome dele, como se evita falar em doença contagiosa com medo de que ela se espalhe cada vez mais pelo corpo, ou chegue perto. Pura superstição.
Cheguei à uma conclusão com um amigo em comum, e decidi que realmente não seria legal insistir em alguém que já tem outro alguém.
Alimentar fantasia não faz bem à ninguém.
Ele brilhava mesmo assim com um sorriso assertivo e calmo, com um timbre de voz indecente que eu só imaginava falando ao meu ouvido e me pedindo para ficar.
E nem conversamos eu e ele sozinhos. Aliás, tenho a impressão de que passei batido para ele.
Fazer o quê?
Não diminue o fato de que ele brilhava.
Não fisicamente, mas em mente.
A mente acompanhada das lembranças da amada por ele ser comprometido.
E quando o homem brilha, eu escuto.
Escuto, escuto.... Silêncio, todos! Eu quero saber o que ele pensa, me interesso pelo mundo dele.
Ele tinha uma voz linda. O timbre era na medida exata, tinha um quê de menino, jovem, mas ele não hesitava. Ele sabia usar o uníssono, ele não cantava as palavras, e nem o sotaque dele o deixava fazê-lo.
Eu não entendi muito o penteado, e quando ele não me olhava eu tentava ver a lógica das mãos após o banho... Tentando entender como ele fez aquilo. Não havia gel, pelo menos. Nunca me engano sobre um homem que usa gel no cabelo: ele é superficial. O brilhante não era assim.
Ele brilhava, afinal.
Aliás, ele já tinha passado na teoria dos 5 minutos. Digo até 5 segundos! Foi realmente automático.
Eu emudeci ao vê-lo sorrindo.
E ele nem me viu. Eu notei de muito longe.
Não falei com ele a noite toda.
Eu não consegui, o encanto estava na minha cara. E até hoje, dias depois eu evito falar no nome dele, como se evita falar em doença contagiosa com medo de que ela se espalhe cada vez mais pelo corpo, ou chegue perto. Pura superstição.
Cheguei à uma conclusão com um amigo em comum, e decidi que realmente não seria legal insistir em alguém que já tem outro alguém.
Alimentar fantasia não faz bem à ninguém.
Ele brilhava mesmo assim com um sorriso assertivo e calmo, com um timbre de voz indecente que eu só imaginava falando ao meu ouvido e me pedindo para ficar.
E nem conversamos eu e ele sozinhos. Aliás, tenho a impressão de que passei batido para ele.
Fazer o quê?
Não diminue o fato de que ele brilhava.
O primeiro encontro do ano.
Eu que sugeri depois de dizer tantos 'nãos': 'Você quer tomar um drink?'
A resposta foi eficiente: 'Estou livre hoje e amanhã!'
Eu preferi o amanhã.
Talvez, eu não estivesse tão certa do encontro. Mas, agora tinha que encarar.
O amanhã virou 'hoje à noite às 9h30', e eu fui.
Cheguei calada. Não havia entusiasmo. Ele não era quem eu queria.
Ainda bem que ele é um amigo sensato.
E o que eu faço agora é botar a minha melhor cara positiva e fazer inúmeras perguntas. Fazendo a conversa fluir com a não-inércia. Não sabia o que dizer.
Fui três vezes ao banheiro.
Na terceira vez, eu me olhei no espelho e notei que nem 2 caipirinhas, 3 cidras Bulmers e uma vodka com suco de cranberry fariam aquela noite proveitosa para mim.
Ainda assim, resolvi não agir.
E agiram por mim.
Cinco mulheres chegaram e começaram a conversar comigo... eram amigas do tal amigo.
E queriam ir à um nightclub. Eu já tinha estabelecido no começo da noite que seria somente um drink e não uma noitada.
Falei: 'Vai com as meninas! Eu vou embora!'
Ele já tinha discutido contra as minhas súbitas saídas de campo no passado, quando eu resolvo que a noite já deu e vou embora sozinha, e sabia que não surtiria efeito fazer esforço.
E se despediu sem insistir.
Peguei o meu ônibus e voltei para casa pensando que existem poucas pessoas que brilham aos seus olhos, que a fazem dizer-se encantada, emocionada, vibrante, envolvida, hipnotizada.
A qualidade primordial de uma pessoa é ver que ela brilha ao seu coração.
Infelizmente, o de ontem não era brilhante.
Não deu. Mas eu até que tentei.
A resposta foi eficiente: 'Estou livre hoje e amanhã!'
Eu preferi o amanhã.
Talvez, eu não estivesse tão certa do encontro. Mas, agora tinha que encarar.
O amanhã virou 'hoje à noite às 9h30', e eu fui.
Cheguei calada. Não havia entusiasmo. Ele não era quem eu queria.
Ainda bem que ele é um amigo sensato.
E o que eu faço agora é botar a minha melhor cara positiva e fazer inúmeras perguntas. Fazendo a conversa fluir com a não-inércia. Não sabia o que dizer.
Fui três vezes ao banheiro.
Na terceira vez, eu me olhei no espelho e notei que nem 2 caipirinhas, 3 cidras Bulmers e uma vodka com suco de cranberry fariam aquela noite proveitosa para mim.
Ainda assim, resolvi não agir.
E agiram por mim.
Cinco mulheres chegaram e começaram a conversar comigo... eram amigas do tal amigo.
E queriam ir à um nightclub. Eu já tinha estabelecido no começo da noite que seria somente um drink e não uma noitada.
Falei: 'Vai com as meninas! Eu vou embora!'
Ele já tinha discutido contra as minhas súbitas saídas de campo no passado, quando eu resolvo que a noite já deu e vou embora sozinha, e sabia que não surtiria efeito fazer esforço.
E se despediu sem insistir.
Peguei o meu ônibus e voltei para casa pensando que existem poucas pessoas que brilham aos seus olhos, que a fazem dizer-se encantada, emocionada, vibrante, envolvida, hipnotizada.
A qualidade primordial de uma pessoa é ver que ela brilha ao seu coração.
Infelizmente, o de ontem não era brilhante.
Não deu. Mas eu até que tentei.
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