Ah, os jogos de infância....
Queimado, gato mia, esconde-esconde, pega, baralho....
E eu nunca soube perder!
E até hoje não sei perder.
E sempre que perco, peço a revanche!
E se perder de novo, peço outra... até ganhar e me sentir menos inútil.
No curso de gerência, estamos aprendendo a como ser 'alquimistas'.
Transformar o negativo em uma possibilidade e, assim, ver oportunidades.
Mas, ontem tivemos que ensinar um jogo de infância a alguém e aprender outro do par que nos acompanhava no teste de aprendizado.
Eu ensinei a fulana a jogar iô-iô, afinal, eu colecionava todos em Sítio Novo, quando eu era pequena.
E ela me ensinou a soltar aviõezinhos de papel.
Tudo fluiu bem, mas a lição do exercício, era ver como lidávamos com o que não sabíamos fazer.
Irritava-nos, excitava-nos, ou chateava-nos esses 'novos' jogos?
Ontem, eles me excitaram... eu queria ficar ali por horas, tentando, tentando e tentando...
Até acertar.
Fiquei impressionada com a minha boa-vontade em resolver aquele 'problema'.
E orgulhosa.
Logo eu, que sempre odiei perder, e até chorava....
Chorei rios por jogos perdidos na infância.
Hoje eu tento até acertar.
Sem chorar.
E pensei que seria bom se eu tivesse sabido disso mais nova.
Que tentar, surte efeito.
Teria evitado muito sofrimento no passado.
Thursday, 8 November 2007
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