É como eu chamo o meu quarto.
A minha caixa de fósforos.
Roubei esse termo de alguém que me roubou um sentimento.
Fiquei com o termo, hoje aplicado ao meu presente, com propriedade.
E meu quarto é minúsculo.
Alguém me perguntou como eu consigo morar em um quarto hoje.
E eu só posso dizer que passo o menor tempo dentro dele, hoje em dia...
Lá, eu choro muito. É necessário.
É uma fase.
Mas continuo acreditando que não tenho problemas.
E realmente, não os tenho!
Nenhum!
E decidi que a match box virará uma alcova.
Faltam os detalhes.
Mas as velas vermelhas e a colcha de cama preta já estão lá.
Alguém tem que entrar nesse meu mundo para conhecê-lo.
Eu só queria que fosse quem eu queria.
Quem sabe ele volta, e entra...
Tudo é possível.
Wednesday, 26 November 2008
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