Wednesday, 20 August 2008

A síndrome da boa menina.

Desculpem-me garotas, mas, vocês sofrerão dessa síndrome perante os seus amigos masculinos se eles gostarem de você.

Dois exemplos nítidos, dos quais as amigas 'boas meninas' riram quando se deram conta de que sofriam dessa síndrome para os seus amigos machos.

Caso 1

Fulana adora dançar salsa, tem um tamanho mignon, fala baixinho, é mais velha do que eu, tem um namorado fiel, e seus amigos machos a acham um doce, risonha, dançarina e ideal.

Porém, ela é minha amiga, e não é santa.
Então, falei para um de seus amigos machos o qual tinha acabado de conhecer:

Eu: 'Ah, você conhece I.! Ela é minha amiga! Falamos de você um dia desses.'

Macho1: 'Ah foi? Nossa, que mundo pequeno! Falaram o quê?'

E: 'Falei o que você me disse no primeiro dia que nos conhecemos. Você disse que eu era uma 'mulher triste', que me faltava algo, lembra?! E ela me disse: 'Que nada, Maria, aonde tu é triste? Esse há anos tá sozinho e solta essa mesma história, testando as meninas.'

M1, incrédulo: 'Não, acredito! Estamos falando da mesma pessoa? I. é doce! Nunca diria isso... Vou ligar para ela agora!', pegando o telefone....

E: 'Ligar para falar o quê? E é mentira? Deixa de criancice, homem. Mulher que não fala também pensa!'

M1: silêncio

Caso 2

Fulana é amiga de todos os meninos e sai com eles todos os finais de semana para as festas e farras.

Ficou bêbada uma noite, e seguindo a lenda de Brighton, numa noite de 'seca', 'deu' para um dos que estavam na roda entre vômitos e náuseas. Nem lembra o que aconteceu direito.

Após essa noite, ele a segue e todos da roda querem que os dois fiquem juntos! Ele não larga o pé dela, acreditando que tem chance.

Ela me vem e diz:
'Porra, Maria! Foi só uma noite e eu estava bêbada. Meu corpo precisava de um toque. Só isso! Agora fica todo mundo forçando a barra e achando a gente legal como casal. Porra nenhuma! Tô fora!'

E a moral da história é que você quando se comporta como uma boa menina para os seus amigos, não pode arrotar, trepar sem compromisso, falar o que acha, pois eles achavam você tão legal e doce. Tão feminina e digna de proteção. Quando vira mulher independente, a veia inglesa diz que você não precisa de mais nada. Nem deles. E eles somem.

E aí os mal-entendidos começam...

Conselho?
Comece um blog igual a esse e saia rasgando o verbo, sorria a todos e mande eles lerem o que você acha.
Mas tem que dar a cara para bater!

Eu garanto que ninguém comenta nada, pois o lido tem mais poder do que o falado.
Deixa neguinho pensando por horas e sem direito a resposta....

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