Friday, 29 August 2008

Coringa.

Não!
Eu ainda não vi o novo Batman. Eu não respeito a crítica artística, mas, quando leio um texto plausível com detalhes que me decepcionam, eu não vou a um espetáculo ou filme. Prefiro não gastar dinheiro. Sim, chamem-me de sovina!
Aliás, dinheiro fácil não há, para os que esbanjam por aí, eu digo!
Tem gente que não sabe o valor de uma hora... aquela hora que não passa no trabalho!

E ainda mais, tem o Heath nesse filme.
Sempre que eu vejo uma foto daquele homem me dá uma vontade de pegar uma pinta de cerveja e levantar ao alto dizendo: 'Axé Babá, Heath!', e beber até morrer!

E para mim, ele e Marilyn se suicidaram da melhor maneira. Agora, tem que acertar na dose, porquê dor abdominal é horrível, e lavagem estomacal em hospital por tentativa falha de suicídio mais vergonhoso ainda!

Mas, voltando, voltando, por favor, menina dispersa....:
Eu me lembro da figura de Jack Nicholson, meio velha, meio desiludido, super ciníco, rindo sem pudor no papel do Coringa.

Eu me sinto assim! O próprio Coringa!
Até voltei a usar o batom Penélope da L'oreal. Vermelho-cinismo!

Porquê não tem firula que me encante, mais. Não me deslumbro mais com nada. Nada me encanta.

Somente verdade entra pelos meus ouvidos sem sair. E palavra honrada também, o que é difícil hoje em dia: alguém dizer que vai, que vem, que faz, que fala, que paga, que liga, que ama e cumprir.
Uma palavra honrada ganha o meu respeito.

A única diferença entre o Coringa de Jack e eu, é o escândalo no discurso.
Eu ando cada vez mais calada.
Somente sorrindo.
Escancaradamente.

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