Sunday, 27 January 2008

Álcool, eu te amo!

Adoraria dizer que parei de beber!
Seria fantástico!
Mas seria mentira!

Repito, a frase de Caetano Veloso: 'Eu gosto do álcool, mas ele não gosta de mim!'

Pura verdade!

Tira-me dias de sanidade com uma fuga desmedida, e seus supostos consequentes dias na ressaca que destrói meu corpo e meu humor.
No total, quando eu bebo perco 2 dias da minha vida.... um na bebedeira inútil e o próximo na ressaca monstra.

Mas, admitamos...

É um prazer maravilhoso....
O do primeiro gole...
O do primeiro copo...
O do quanto se espera repetir a mesma sensação desse primeiro prazer nas garrafas seguintes...
Agarrando o copo para onde se vai... acompanhada ou sozinha em casa.
A bebida social passa a ser bebida pessoal, companheira dos seus pensamentos.

Um estado flutuante de euforia.

Não há prazer maior!
Até o banheiro fica mais limpo quando se está bêbada!

Mas, tudo tem um limite e esse amor tem que acabar.

Nesse mês de janeiro, só bebi em três diferentes ocasiões.
Mas bebi com vontade, de com força!

Por que não importa a idade, quando se começa não se consegue parar.

Só de pensar na cerveja e no vinho do porto, eu chego a sentir o perfume do ludibriador de realidade.

Ainda não sei quando esse relacionamento vai acabar, e se vai, se será por completo. É verdade.

De qualquer forma, somente por a consciência de que estou indo longe demais ter chegado, já é alguma coisa.

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