ele viu a chave no meu pescoço e perguntou: é a chave do seu coração? ah, fromage!!! crème fraîche! respondi, sem sorriso: não! é a chave da minha caixa de jóias!
ele, com cara de interrogação, retrucou: sério? pensava que somente a minha avó tinha isso...
não, meu caro!
sua avó, minha avó e eu temos uma caixa de jóias. jóias em tempo de inflação, se penhoradas na caixa econômica valiam algo. hoje, além do tipo do ouro, corte da pedra e quilate da mesma, alia-se o fator marca: cartier, tiffany & co. e quem sabe um Jean Schlumberger, ou Bulgari aumentam o preço de uma peça.
em tempos de crise, a Inglaterra têm stands e lojas de peso de ouro com compra automática da sua peça nos centros e shopping malls de todas as cidades.
agora, às lindetes espertas que acham que uma mulher sozinha é fútil por ter uma caixa de jóias, eu pergunto:
o colar de bijouteria que você comprou por 9.99 poderia ser vendido depois de 3 meses de uso pela ínfima quantia de 4.50? é menos que a metade, hein?
e quantas bijouterias suas já ficaram pretas com a maresia, mofo e humidade e após 3 meses, nem mesmo você usaria?
e para você que não sabe nada de pedra ou metal aqui tem um texto básico que eu 'googleei' para você.
e sabe qual é a última moda em pingentes de pescoço?
a chave!
tolinha...
