Para um filho de pai, ou de uma mãe que se suicidou, o por quê é uma constante.
Você analisa, lê sobre o assunto, vira e mexe pensa nisso, e em tempos de crise pensa também:
seria essa a solução?
Tudo de modo frio, pensado, organizado...
Nada apaixonado, em um rompante.
Você pensa nos prós e contras disso e analisa se seria legal tentar.
Pensa qual seria a maneira mais atraente: cortar os pulsos, cabeça no fogão, eletrocutado, overdose, pílulas...
Qual o melhor?
Mas, gente...
Sem drama, hein?
Diz a psicologia que quem diz que vai se suicidar na verdade não tem coragem.
Então, eu estou falando disso no blog.
Ha!
Não, não é por isso que falo disso no blog.
Falo do assunto porquê penso nele e não encontro uma pessoa sensata com uma resposta plausível para as minhas questões.
Logo aqui, na terra dos suicídios do mês de Janeiro, mês pós-Natal, pós-dívidas, pós-irrealização de mais um ano de vida, mês do inverno sangrento!
Tem sempre alguém que diz:
'Escolher a vida é a melhor opção!'
Afe!
Povo chato!
Wednesday, 23 July 2008
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